
Sede Própria Nacional: Rua A- Bairro João Dudu, nº 75 em Ubatã - Bahia - Brasil, CEP- 45550-000 CNPJ.09.253.297/0001-71 Pastor Presidente Nacional do Ministerio José Carlos Marques dos Santos Vice- Presidente Nacional do Ministerio Missionaria Maria Lucia Souza Santos.
sábado, 24 de setembro de 2011
A MISSÃO

sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Missionário de Tocantins comemora 100 anos de vida servindo a Deus
Um dos missionários mais “velhos” do Brasil, pastor Dodanim Gonçalves Pereira (foto), comemora 100 anos de vida em plena atividade evangelística. A comemoração, aberta à comunidade, segundo a Junta de Missões Nacionais, será às 19 horas desta sexta-feira, 29 de julho, na Praia da Orla, em Itacajá (TO).
O pastor Dodanim veio para o vale do Tocantins na década de 1940 para evangelizar os índios Krahô. Uma vida dedicada à pregação do evangelho e de importante participação na história de Itacajá, lugar onde optou por morar durantes todos esses anos.
Foi na companhia do casal de missionários da Convenção Batista Brasileira, pastor Francisco Colares e Beatriz Colares, que Dodanim participou ativamente na fundação e colonização de Itacajá. Além da igreja Batista, o trabalho do missionário foi intenso, destacando desde a organização do Lar Batista F.F. Soren, em 1942, quando doou o terreno para construir a sede da instituição, que permaneceu na cidade por 68 anos. Em 2010, a sede do Lar foi transferida para o distrito de Luzimangues, no município de Porto Nacional, cerca de 18 quilômetros do centro de Palmas, capital do Tocantins.
Para o pastor Dodanim, completar 100 anos “é continuar com a mesma alegria e vigor para testemunhar do amor de Deus além das fronteiras“.
Datena diz que grita porque Deus lhe deu uma missão
O jornalista José Luiz Datena participou do programa Hebe (Rede TV!), na edição que foi exibida na noite desta terça-feira (16/8). Ao ser entrevistado, o apresentador afirmou que sua postura à frente de atrações jornalísticas é algo natural, um dom dado pelo divino. “A missão que Deus me deu é essa: é falar, gritar, contestar. Alguns críticos acham que isso é sensacionalismo, mas não é”.
Durante o programa de Hebe, Datena pediu desculpas por ter saído da Rede TV! em 2002. Ele alegou que deixou o canal sem motivos e que isso magoou os empresários Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho, presidente e vice da emissora, respectivamente. A respeito do rompimento contratual com a Record, o apresentador não quis comentar muito o assunto, mas informou que a questão será decidida na Justiça e que abandonou a empresa de Edir Macedo devido a falta de “liberdade de expressão”.
Ainda na atração da Rede TV!, que teve como entrevistadoras Hebe, a atriz Fafy Siqueira e a modelo Caroline Bittencourt, o apresentador do Brasil Urgente revelou que as recentes saídas e acertos envolvendo seu trabalho com a Band e a Record fizeram seu salário diminuir. “Com essa brincadeira toda, estou ganhando ‘350 paus’ a menos do que eu ganhava na Bandeirantes. Isso é verdade, é só conferir os meus contratos”, lamentou. “Eu fiz um mau negócio em termos financeiros”, completou Datena.
Fonte: Comunique-se
Famoso lutador de vale-tudo abandona os ringues para fazer missões evangelísticas na África
O americano Justin Wren, ex-UFC que acumula 10 vitórias em 12 apresentações do MMA dá um tempo nas lutas para fazer missões.
A partir de agosto, Wren e três outros missionários da Unusual Soldiers vão viajar
para uma tribo na República Democrática do Congo, uma região dilacerada pela guerra civil, além de sua população ser vítima de estupros e até canibalismo.
“Parece que eles estão vivendo no inferno na terra”, diz Wren “E isso precisa mudar.”
Segundo Wren, sua mãe veio chorando e implorando para que ele não vá para o Congo, mas ainda assim o atleta vê um propósito maior na sua missão e se mostra confiante em seu retorno.
O lutador peso pesado, disse estar preocupado e pensa muito nas dificuldades e perigo que vai encontrar, mas que sente que foi chamado por Deus para ir lá.
Wren conta que antes de encontrar Deus tinha uma vida perdida em drogas e álcool e que estava em um lugar profundo e escuro e que era suicida. O quadro mudou quando em Las Vegas, um jovem pastor amigo da família o convidou para um retiro evangélico e foi aí onde sua vida mudou.
“Nunca quis ser Cristão, odiava esse título, odiava as pessoas que se chamavam assim. Mas eu mudei quando conheci algumas pessoas que estavam vivendo essa vida, amando Deus e amando as pessoas, sem serem falsas.”
Essa não é a primeira missão evangélica de Wren. Ele já esteve no Haiti e na República Dominicana, porém sua próxima missão no Congo será mais desafiadora.
Wren e seus três amigos vão acampar no nordeste do país, no meio da selva, onde os Pigmeus estão cercados por cerca de 20 grupos rebeldes.
Pastor responde aos deboches de Lanna Holder contra igrejas evangélicas: Nós pregamos contra o pecado, não contra sabonete

O pastor Lourival Almeida resolveu responder aos deboches de Lanna Holder que durante uma pregação na igreja inclusiva Cidade Refúgio falou contra os usos e costumes das igrejas Assembleia de Deus e Deus é Amor.
Lourival é pastor da IPDA e genro do fundador, David Miranda, e na resposta falou em nome não só da denominação que pertence como também em nome dos assembleiano que se sentiram ofendidos pelas palavras da missionária.
“Tem igreja que não serve pra nada a não ser para criar confusão”, disse o pastor durante um culto de terça-feira, 16, que foi transmitido pela rádio da IPDA.
Ele questiona os presentes sobre o porquê que falam que na Deus é Amor não pode tomar banho com sabonete. “Eu simplesmente acho que por alguma razão algumas pessoas não gostam que as pessoas venham na Deus é Amor porque se vierem vão gostar”, disse ele que também chamou a atenção para o fato das pessoas “que parecem ser povo de Deus” que ficam atacando o povo de Deus.
“Aqui na nossa igreja a gente prega contra o pecado, a gente não prega contra o sabonete”, respondeu o pastor que resolveu contar sobre a vida da missionária, dizendo que por muito tempo ela “enganou” os assembleianos.
Lourival também resolveu se pronunciar sobre o homossexualismo, dizendo que a homofobia sempre foi crime, mas que na Deus é Amor não é a favor da violência contra ninguém, e foi enfático ao dizer não haverá um culto só para os gays. “Aqui na igreja Deus é amor nunca vai ter isso [culto gay]“.
“Se biblicamente nós entendemos que uma coisa é pecado, não significa que ela seja crime”, disse o genro de David Miranda que exemplificou falando sobre a traição que deixou de ser crime no Brasil.
“Nós não temos do que nos envergonhar, se você não usava sabonete porque a mulher lésbica falou, pode usar”, disse o pastor encerrando o assunto.
Ouça
Líder batista afirma que a Igreja tem mentido sobre a verdadeira natureza da homossexualidade: “Fazemos homofobia”

O pastor Albert Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul dos Estados Unidos e figura muito respeitada dentro e fora da denominação, disse no último dia 15 de junho, que os Batistas do Sul precisam se arrepender de uma “forma de homofobia” que mantém gays e lésbicas fora das suas igrejas. A declaração de Mohler foi dada quando respondia a uma pergunta de um conhecido blogueiro batista, Peter Lumpkins (vídeo abaixo), sobre se eram verdadeiros os comentários atribuídos a ele num artigo publicado em 24 de Março no Christian Science Monitor. Naquela ocasião, outro pastor batista, Jonathan Merrit, escreveu que Mohler teria dito o seguinte: “Nós temos mentido sobre a natureza da homossexualidade e temos praticado algo que somente pode ser descrito como uma forma de homofobia”, e “nós temos usado a linguagem da escolha quando está claro que a orientação sexual representa uma luta interna muito mais profunda e não meramente uma questão de escolha”.
Durante a recente Convenção anual dos Batistas do Sul (SBC – Southern Baptist Convention), o Pr. Mohler disse que “em nenhuma hipótese alguém de boa mente pode estar confundido sobre o que eu creio a respeito da homossexualidade”, porque ele já escreveu mais de 200 artigos sobre isso, mas “a realidade è que nós, como igrejas cristãs, não temos andado bem nessa questão”. Acrescentou que “os evangélicos, felizmente, têm falhado em seguir a trajetória liberal de mentir sobre a homossexualidade e sua pecaminosidade. Nós sabemos que a Bíblia claramente declara – não somente em versos isolados, mas na totalidade da sua apresentação e compreensão – o fato de que a homossexualidade não somente não representa o melhor de Deus para nós, como alguns tentam dizer, como também é pecado. Entretanto, nós como evangélicos temos uma história muito triste ao lidar com essa questão. Nós não temos falado a verdade, mas só a metade da verdade. Nós temos pregado a verdade bíblica, o que é importante, mas nós não a temos aplicado no sentido bíblico. Dizemos às pessoas que a homossexualidade é somente uma escolha quando é claro que é mais do que uma escolha. Isto não significa que seja menos pecaminoso, mas significa que não é algo que as pessoas possam simplesmente ligar e desligar. Nós não seremos pessoas do evangelho a não ser que entendamos que somente o evangelho do Senhor Jesus Cristo pode dar a uma pessoa homossexual qualquer esperança de ser liberta da homossexualidade”.
Mohler admitiu ainda que as igrejas não têm feito o seu trabalho, “já que existem aqueles que caíram na armadilha desse pecado e que estão sentadas entre nós”. Essas declarações deixaram o blogueiro Lumpkins “digerindo as informações”, já que o pastor Albert Mohler, por diversas vezes, se posicionou publicamente contra o casamento gay, a ordenação de pastores homossexuais e outros aspectos do que ele próprio chama de “normalizar o comportamento homossexual”, bem como chamou a iniciativa da Igreja Presbiteriana dos EUA em ordenar pastores homossexuais como “uma tragédia” e “um desastre teológico”. De qualquer maneira, a admissão pública de que existe um certo nível de homofobia dentro da igreja batista norteamericana, vinda de um líder dessa importância, deixou muita gente sem saber o que pensar.
Manifestantes evangélicos e gays trocam agressões durante protesto

Um protesto em Adelaide, Austrália, não terminou bem para os evangélicos que tentaram impedir uma manifestação de gays.
Procurando encenar um casamento em público no final de uma passeata contra a homofobia, cerca de 100 casais homossexuais foram interrompidos por um grupo que empunhava cartazes, faixas e gritava versículos bíblicos.
O protesto condenando a homossexualidade foi organizado pela igreja Adelaide Street. Em meio à confusão, denúncias de agressão de ambos os lados. Uma cadeirante gay acusa um dos cristãos de tê-la derrubado da cadeira. Os membros da igreja afirmam que tiveram suas faixas rasgadas. A polícia foi chamada para intervir.
Falando em nome da organização gay, Jason Virgo afirmou: “Um pequeno grupo de cristãos radicais veio com cartazes dizendo que Deus nos odeia. Não deveria existir cartazes juntando ‘Deus’ e ‘ódio’… Hoje é o Dia internacional contra a homofobia e eles vieram até nós dizendo coisas homofóbicas. É uma falta de respeito… Nunca iriamos até a igreja deles atrapalhar o que eles fazem por lá”.
Damien Gloury, falando em nome da igreja: “Fomos atacados e apanhamos porque proclamamos a mensagem cristã. Estamos apenas citando a Bíblia e ela diz que homossexualidade é pecado… Amamos as pessoas, pode parecer que as estamos condenando, mas não, estamos apenas pregando a Bíblia”.
Sue Wickham, pastora da igreja Uniting, tentou conciliar os dois grupos, lembrando aos evangélicos que Deus é amor e o pecado é a separação de Deus. Ao que um dos cristãos respondeu, citando uma passagem da Bíblia, 1 João 3:4: “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei”.