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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Bento XVI Mostra Preocupação com Crescimento de Evangélicos


O papa Bento XVI expressou nesta sexta-feira sua preocupação pelo crescimento das igrejas evangélicas na América Latina e África.

Bneto XVI conversou com jornalistas a bordo do avião que o levou à capital do Benin, Cotonou. Ele falou que a igreja católica tem hoje o desafio de de levar uma mensagem simples, profunda e compreensível, que as igrejas evangélicas utilizam.

Segundo o pontífice, os evangélicos têm uma liturgia mais participativa que, em suma, seria um sincretismo de religiões.

Na sua visão, isso garantiria “um êxito, mas também resulta em pouca estabilidade". Bento XVI destacou que é muito importante que o Cristianismo não se conceba como um sistema difícil, e tenha uma mensagem universal, de acordo com a agência Efe.

O Papa analisou que muitos fieis estariam voltando à Igreja Católica ou adotando outras igrejas pentecostais. Para que isso não aconteça, defende uma mensagem "simples, profunda e compreensível".

Ele também pediu reconciliação, justiça e paz nas guerras que ainda existem na África. "Muitas vezes, as palavras foram maiores que as intenções, que a vontade de realizar esses acordos", declarou, se referindo a políticos e pessoas em geral para que enxerguem além do egoísmo.

"A África é um grande pulmão espiritual para uma humanidade em crise de fé e esperança". Bento XVI lembrou a maioria dos países africanos tiveram que enfrentar processos muito rápidos de mudança.

"A humanidade se encontra em processo cada vez mais rápido de transformação, e para os povos africanos é um processo difícil, que exige a colaboração de todos", ressaltou.

Medida proíbe dízimos e revista íntima de religiosos em presídios


Recentemente o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), vinculado ao Ministério da Justiça (MJ), baixou resolução que normatiza a prática de cultos e assistência religiosa dentro de presídios brasileiros.

As normas orientam as secretarias estudais, reafirmando o direto da prática religiosa, Seja qual for a crença, católica, evangélica, afro-brasileira ou espírita, todas elas são comuns nos presídios brasileiros.

A norma proíbe o recolhimento de dízimos e venda de material religioso e prevê o cadastro das instituições, que devem comprovar um ano de existência, e também dos agentes religiosos, que passam a ser isentos de revista íntima. Também fica autorizado o uso de objetos para os cultos, desde que não apresentem risco para a segurança.

"A resolução efetiva o direito, deixando bem claro o direito da prática religiosa, mas sem abrir mão da segurança, porque estamos falando de presídios e não de locais abertos", afirma o presidente do CNPCP, Geder Luiz Rocha Gomes.

O Ministério da Justiça não possui um levantamento sobre as crenças religiosas dos presidiários. Os dados disponíveis são de pesquisas sócio-criminais realizadas nas penitenciárias federais de Catanduvas (PR) e Campo Grande (MS) que datam de 2005 e 2007. Na primeira unidade, entre os entrevistados, 57,3%, disseram ser católicos, 22,79%, evangélicos, 17,65%, sem religião, 1,47%, espíritas e, 0,74%, testemunhas de Jeová. Em Campo Grande, 53,15%, se disseram católicos, 27,19%, evangélicos, 4,5%, espíritas, 3,6%, mulçumanos e 8,1%, não respondeu.

Segundo o pastor Edvandro Machado Cavalcante, coordenador da Pastoral Carcerária da Igreja Metodista do Rio de Janeiro, que realiza o trabalho de assistência religiosa a presidiários há mais de 10 anos, o trabalho dentro dos presídios é realizado por entidades das mais diversas orientações religiosas: evangélicas, religiões afro-brasileiras, espíritas e católicas. "São diversas religiões, mas a grande maioria é evangélica, mas o espaço é plural, sim", afirma.

Ele considera a iniciativa de norma como positiva, uma vez que as determinações apontam, ao menos, diretrizes para problemas que se arrastavam há anos, como a possibilidade de revista íntima para os agentes religiosos, o que passou a ser proibido com a nova norma. "A legislação dava uma de João sem braço. Isso era um ponto muito delicado, principalmente aqui no Estado do Rio. Os agentes penitenciários não faziam, mas teoricamente poderiam fazer. Acho muito importante que isso fique claro. Porque aquela revista é vexatória", afirma.

Ele concorda ainda com a proibição da arrecadação de dízimos e venda de material religiosa pois acredita que, apesar da oferta fazer parte da prática religiosa de algumas igrejas, dentro dos presídios a assistência religiosa deve ser feita de forma diferente. "A igreja e qualquer entidade religiosa têm que agir de forma diferente dentro dos presídios. Ir lá para arrecadar junto a essa população tão espoliada é uma indignidade, violenta o principio mais básico da dignidade humana. É uma preocupação de muito bom tom, apesar da portaria 005 da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (SEAP), que regulamenta a ação do agente religioso, já deixar claro que não pode haver comércio nem arrecadação", completa.

O pastor conta que na maioria das unidades prisionais já existe uma local destinado para as práticas religiosas, apesar das dificuldades impostas pela arquitetura prisional existente no Brasil. No entanto, ele defende ainda que o espaço seja usado para ações que ultrapassam a assistência religiosa, com atividades educativas e profissionalizantes. "Um grande problema é a arquitetura prisional, não tem lugares para atividades laborativas, educacional", disse ele ao falar sobre um projeto de educação informática que é realizado pela Metodista no Rio.

Evangélicos são respeitados

Uma das religiões mais respeitadas, senão a mais, é a evangélica. Quando um preso se converte, passa a fazer parte de um grupo, que convive em áreas diferentes e que conta com uma certa imunidade entre as facções dividas nos pavilhões.

"Isso é engraçado, em alguns presídios você tem o comando tal, o comando x, e os evangélicos. Até porque eles têm uma moral muito rígida dentro desses grupos, é a famosa teoria da envergadura da vara, se você teve muito de um lado, a tendência é radicalizar para o outro até encontrar um equilíbrio. Eles geralmente se filiam ao que tem de mais radical, não só em termos de comportamento, não só em relação a ética, mas também em relação a roupa e tudo mais. Não sei se por culpa, deve ter algum fenômeno psicológico que explique isso", analisa o pastor Edvandro.

Ele lembra de um episódio ocorrido há cerca de cinco anos, em Bemfica, no Rio da Janeiro, quando ocorreu um massacre de 38 detentos depois que administração do local misturou diferentes facções. "Eu conversei com um dos sobreviventes, porque sou do conselho da comunidade, um órgão que fiscaliza a execução da pena. Fui junto com juiz da VEC (Vara de Execuções Criminais) e os sobreviventes disseram assim: 'olha os crentes não mata não', 'só não me mataram porque eu tinha essa vinculação de fé', isso é fato", afirma.


Abuso infantil é o maior obstáculo para a fé cristã, revela pesquisa


Casos de pedofilia associados ao cristianismo são apontados como grande empecilho por não cristãos.

Uma pesquisa sobre casos de abuso na igreja é o principal obstáculo para que as pessoas acreditem no cristianismo, segundo mostra uma pesquisa online feita por um grupo de mídia cristã que entrevistou mais de 1000 pessoas.

O relatório divulgado na Austrália mostra que mais de três quartos dos entrevistados (76%) os não cristãos acredita que o abuso de menores por sacerdotes são uma influência “definitiva” ou “significativa” na maneira negativa como veem a igreja.

A lista dos 10 maiores “empecilhos para a crença” em relação ao cristianismo, independentemente da denominação, foram:

O abuso
A hipocrisia
O hábito de “julgar os outros”
As guerras religiosas
O sofrimento do mundo
O constante apelo por dinheiro
A ameaça de um inferno
A condenação da homossexualidade
O sentimento de exclusividade dos membros das igrejas

O relatório também mostra que as doutrinas sobre a prática da homossexualidade foram apontadas por 69% dos entrevistados, enquanto os discursos sobre o inferno e a condenação eterna por 66%.
O papel secundário das mulheres é mencionado por 60%, numero similar aos que discordam das posições cristãs sobre ciência e evolução (57%).

O estudo mostrou várias outras questões relevantes, como:
51% dos entrevistados “não estão abertos” a mudar sua visão sobre a religião;

Pais e as famílias foram, de longe, a maior influência sobre as percepções sobre os cristãos e o cristianismo (67%).

Outros fatores que influenciam sua opinião sobre a igreja são os veículos de comunicação e (25%) e redes de relacionamentos (24%);
42% dos entrevistados disseram que Jesus era um homem comum que não tinha poderes divinos e 17% disse que nunca existiu;

80% acredita que Jesus morreu numa cruz, mas apenas 52% aceita que ele ressuscitou dos mortos,
Mais da metade dos entrevistados foi capaz de identificar os ensinamentos fundamentais de Jesus: “Eu vim para que tenham vida…” (62%); “Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você” (62%) e “Este é o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros… “(51%).

A pesquisa foi encomendada pelo grupo Olive Tree [Oliveira], liderado pelo pastor batista Sydney Karl Faase, e executado pelo Centro de Pesquisas McCrindle em outubro deste ano.

Foram selecionados 1.094 pessoas de três grupos separados por sexo, renda e educação formal, a grande maioria se identificou como “não cristão”. Um dos objetivos desse estudo é apontar os assuntos que devem ser tratados pela nova série “Apologética” produzida pelo grupo de mídia Olive Tree no ano que vem

O arcebispo anglicano de Sydney, Peter Jensen, fez o lançamento da publicação dos resultados no início de novembro e comentou: “O cristianismo, como vocês sabem, é uma religião de comunicação”.

“Nós cremos na Palavra e na propagação dessa Palavra… Traduzir o texto para a língua do povo é parte essencial do Evangelho cristão. Mas a primeira coisa que notei como comunicador é como desconhecemos nossa audiência. Minha suspeita sobre o que as pessoas pensam é muito diferente do que essa pesquisa indicou”, concluiu.

Jensen disse ainda que os discursos de celebridade defendendo o cristianismo não empolgam grande parte das pessoas. “Eu acho que é um fator cultural. Acho que dá certo apenas entre os norte-americanos. Posso entender isso.”

Um dos destaques do arcebispo foi que a transmissão da fé dentro das famílias é um fator determinante. O testemunho dos amigos também foram significativos, destacou. “Minha visão é que a fé cristã sofreu um colapso intelectual monumental nos últimos 40 anos”. Mas ressaltou:

“Amigos, a situação agora não é tão ruim quanto era no primeiro século… Estamos muito melhor agora. Cerca de 30% das pessoas do mundo dizem que são cristãos. Não estou desanimado com estes números, prefiro vê-los como um desafio. Acredito que temos possibilidades imensas de levantar recursos para espalhar a mensagem do Evangelho. Creio no poder transformador do Evangelho e que Deus é o grande evangelista… Eles irão nos ajudar a pensar como podemos melhor traduzir a fé de uma forma que será ouvida por pessoas reais, com dúvidas reais”.

O relatório mostra que mesmo sem se identificar com um grupo religioso ou crença espiritual, muitos se consideravam “espirituais, mas sem religião”.

Francês pede anulação oficial de batismo na Igreja Católica


Aposentado de 71 anos exige ter seu nome retirado dos registros da igreja e ser “desbatizado”.

René Lebouvier fez uma solicitação incomum e seu processo contra a Igreja Católica será agora julgada por um tribunal. O resultado jurídico de sua denúncia poderá provocar uma brecha numa tradição que persiste desde o século 16: a manutenção do registro de batismo de parte da instituição católica.

O tribunal ordenou à diocese de Coutances e Avranches que “tome as medidas para o cancelamento definitivo dos registros de batismo, onde há menção que René Lebouvier foi batizado em 9 de agosto de 1940”.
Baseada no “direito ao respeito da vida privada”, a justiça francesa exige que esta anulação seja efetuada “usando como meio, a cobertura do escrito com tinta preta indelével, num prazo de 30 dias, sob pena de multa diária de 15 euros por descumprimento”. Embora o registro não seja público pode ser acessado por terceiros e isso “fere o direito do indivíduo”, esclarece a sentença.

Contestando a decisão, o bispo de Coutances e Avranches, Don Stanislas Lalanne, entrou com um apelo. “O batismo constitui um evento de caráter público. É um ato consumado, faz parte da história e não pode ser cancelado.” A Igreja também afirma respeitar a vontade dos pais que quiseram batizar o seu filho.

O registro mostra que René Lebouvier foi batizado quando tinha dois dias. Usando argumentos teológicos, a Igreja católica argumentou que “o batismo é o ato fundador de um novo nascimento na fé. É possível alguém cancelar o ato histórico do nascimento de uma pessoa?”.

René Lebouvier não se importa muito com isso. O aposentado se considera um “livre pensador” e diz não odiar a Igreja. Mas insiste: “Todos os membros de minha família são católicos e nos damos bem. Casei na primeira vez diante do padre de minha aldeia em 1962, assisti a funerais na igreja, e até frequento os almoços promovidos por eles para os anciãos!”.

Aos 71 anos, Lebouvier explica por que tomou essa decisão só agora, perto do fim da vida. Ele recebeu, alguns anos atrás, um certificado de “desbatismo”, emitido por uma associação de livres pensadores.
Decidiu então iniciar o caminho para se desvincular formalmente do grupo de católicos fiéis da sua cidade. “Fiz isso para ser honesto com os católicos fiéis. Eu não era mais católico há muito tempo, portanto era uma coisa lógica. Mas quando o pároco me disse que não poderiam tirar meu nome dos registros, só podiam escrever o adendo: “Renegou o batismo em tal dia. Aquilo me deixou inquieto”, lembra ele.

Em 2009, Lebouvier ouviu as afirmações do Papa condenando o preservativo “enquanto os africanos morrem de AIDS” e soube da excomunhão de uma mãe e dos médicos brasileiros que concordaram em fazer um aborto de uma menina de 9 anos que engravidou depois de ter sido violentada. Aquilo lhe fez perder a cabeça. “Naquela altura, disse a mim mesmo que não queria ter mais nada com essa instituição. Até porque a Igreja avalia o número de seus fiéis pelos registros de batismo”, observa o aposentado, desejoso de se ver livre o quanto antes de seus laços com a instituição.

Para o Vaticano, esse tipo de pedido é considerado um “ato de apostasia, de heresia ou de cisma” e pode resultar na condenação eterna do requerente. René Lebouvier afirma que não pensa nisso e tem o apoio da Federação Nacional do Livre Pensamento, que acompanhou o processo e pôs o seu advogado à disposição do aposentado.

Para a Igreja Católica, é difícil avaliar as consequências desse caso. Se a justiça facilitar e obrigar que o “desbatismo” seja reconhecido oficialmente, quantos mais farão o mesmo tipo de pedido? Alguns bispos temem que isso se torne prática comum numa França que vê o declínio constante do número dos batizados no país há diversas décadas.

Em 2009 foram batizadas 316.286 pessoas, sendo que 295.582 eram crianças menores de 7 anos. Dez anos antes mais de 400.000 crianças receberam o sacramento batismal.

Mesmo tendo perdido no primeiro julgamento, a diocese recorreu do veredito e o processo deve se estender por mais algum tempo. O procedimento para “sair da Igreja” é longo e complexo, mesmo assim há cerca de mil pedidos deste tipo por ano no país. Percebe-se que há “picos de insatisfação” após algumas posições consideradas polêmicas são anunciadas pelo Vaticano. Nos últimos anos, as revelações de escândalos de pedofilia acentuaram o fenômeno.

Jotta A anuncia sua contratação pela Central Gospel Music


O pastor Silas Malafaia promoveu mais uma cruzada “Vida Vitoriosa pra Você” em Fortaleza-CE, neste último final de semana e a grande surpresa deste ano foi a apresentação de Jotta A que além de interpretar várias canções evangélicas, anunciou sua contratação pela Central Gospel Music.

Jotta A é o cantor mirim que foi considerado a maior revelação da música gospel de 2011. Com apenas 12 anos ganhou a mídia quando passou a se apresentar no Programa Raul Gil e a cantar grandes clássicos da música cristã como Happy Day, Amazing Grace, Aleluia, Agnus Dei e Batalha de Jericó.

No twitter o jovem expressou sua alegria em ser contratado pela gravadora Central Music e agora fazer parte do ministério Vitória em Cristo, do pastor Silas Malafaia.

Jotta A está finalizando seu primeiro CD que deve chegar às lojas no início de 2012. A cantora Eyshila contou através do twitter que já ofereceu uma de suas canções para que ele grave. Jotta A também compôs algumas músicas e deve regravar algumas conhecidas em inglês e português.

Os vídeos do jovem cantor no Youtube obtiveram milhares de acessos e chegou a alcançar sites cristãos de vários países.

Veja Jotta A cantando Agnus Dei na Cruzda Vitoria em Cristo em Fortaleza - CE

Jornalista da CGADB esta em Teresina abordando o tema da Revista do 1º trimestre da EBD.


Jornalista Jorge de Andrade, repórter do Programa Movimento Pentecostal, principal tele jornal da CGADB (Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil) esta na cidade de Teresina produzindo um documentário especial dos pioneiros das Assembléias de Deus no Brasil.

Mas o principal motivo da vinda do reporter do Programa "Movimento Pentecostal" a Teresina foi para entrevistar o Pr. Jose Gonçalves (foto abaixo), comentarista do 1º trimestre 2012 da Revista da Escola Bíblica Dominical - Tema: Prosperidade a Luz da Bíblia.

Sinto-me feliz em estar novamente em Teresina, estive aqui no final do ano passado buscando informações para produzir o documentário dos pioneiros da AD no Brasil. Aproveito a oportunidade para trazer o abraço especial do Diretor da CPAD, Pr Ronaldo Rodrigues de Sousa e do nosso Presidente da CGADB, Pr Jose Wellington Bezerra da Costa. Afirmou Jorge de Andrade.

O Programa “Movimento Pentecostal” vai ao ar todos os sábado as 10:30h (horário de Brasília) pela a RedeTV. Confira também o material completo do documentário Pioneiros da AD no Brasil no http://www.cpad.com.br/movimentopentecostal

Piauí é o Estado onde os casamentos duram mais, dizem dados do IBGE


Segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (30), o Piauí é a Unidade Federativa onde os casamentos são mais duradouros: 19,4 anos, bem à frente do segundo colocado, o Distrito Federal, onde a média é de apenas 14,2 anos.

O Piauí também registrou a maior proporção de casamentos entre solteiros (92,9) e a menor proporção de casamentos entre divorciados (0,8), o equivalente a um quinto da média do Rio de Janeiro ou de São Paulo, onde a média de casamento entre os desquitados é 4,2.

No Brasil, a proporção dos casamentos entre mulheres divorciadas e homens solteiros é pouco mais da metade dos casamentos entre homens divorciados e mulheres solteiras, exceto no Distrito Federal onde a proporção de casamentos entre homens divorciados com mulheres solteiras chegou a 10% dos casamentos realizados em 2010 na Unidade.