Igreja Evangelica Jesus Cristo é o Senhor

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Comentários para "Igrejas evangélicas viram comitê e doam dinheiro para candidatos"



Igrejas evangélicas viram comitê e doam dinheiro para candidatos
No início do mês, surgiu uma polêmica envolvendo o principal templo da Igreja Universal do Reino de Deus em São Paulo, que se tornou um tipo de comitê informal do candidato do PRB à prefeitura, Celso Russomanno. O estacionamento do templo em Santo Amaro era usado como “ponto de encontro” de equipes que saem diariamente para fazer campanha nas ruas. E ali seriam guardadas bandeiras, adesivos e outros materiais.

Aparentemente, muitas outras igrejas evangélicas estão ignorando a lei eleitoral e decidiram fazer mais pelos candidatos. A segunda prestação de contas parcial, divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral na semana passada, mostra que doações em dinheiro ocorreram em pelo menos quatro estados e envolvem diferentes partidos:

• Uma Assembleia de Deus de Serra (ES) contribuiu com R$ 1.250 para o pastor André Florindo candidato a vereador pelo PT.

• Uma Igreja do Evangelho Quadrangular de Alvorada (RS) aparece como doadora do pastor Daniel Oliveira, que concorre à Câmara Municipal pelo PP.

• Uma Igreja do Evangelho Quadrangular de São João (PR) fez doação ao candidato a vereança Joelcio Correa (PMN).

• A Igreja Batista Vale das Bênçãos de Formiga (MG) doou ao pastor Manoel Messias um candidato pelo PV.

• Também em Minas Gerais, a Igreja do Evangelho Pleno, de Betim, contribuiu com a campanha de um candidato a vereador pelo PMN.

A soma das cinco doações oficiais levantadas pela reportagem foi de R$ 3.632. Embora possa parecer pouco, o promotor eleitoral Rodrigo Zilio, do Rio Grande do Sul, explica que esses repasses podem resultar na rejeição das contas e até uma ação para a cassação do diploma caso esses políticos sejam eleitos.

Ao mesmo tempo, uma igreja evangélica de Itapetinga, Rio Grande do Norte, transformou-se em um verdadeiro comitê eleitoral dos candidatos petistas a prefeito José Carlos Moura, Alécio Chaves (vice) e pastor Valcilênio, que concorre ao cargo de vereador.

Muitos fieis da igreja não gostaram de ver no altar do templo um banner enorme do PT, onde aparece a foto dos três candidatos.

Saiba o que as igrejas podem e não podem fazer durante a campanha


Eu sou cheirador de Bíblia, diz candidato à Prefeitura de Vitória


 Eu sou cheirador de Bíblia, diz candidato à Prefeitura de Vitória
Um dos candidatos a prefeito da cidade de Vitória (ES), Edson Ribeiro, do Partido Socialista Democrata Cristão, o PSDC, usou a polêmica envolvendo o pastor Lucinho Barreto para falar sobre seus trabalhos como evangelista.

O candidato gravou um vídeo para o horário eleitoral explicando uma polêmica que envolvia o seu nome, dizendo que ele usava sua religião para se promover, o que ele nega, afirmando que sobe os morros da cidade como pastor da Igreja Batista para pregar a palavra de Deus.

“Eu nunca usaria a religião como objeto de eleição. Agora não escondo meu lado religioso. Sou pastor batista, subo ao morro, mas quando eu subo ao morro eu subo é pra pregar a Bíblia”, afirma o político.

O candidato além de pastor é psicanalista e desenvolve trabalhos junto a população levando a mensagem de Cristo. “Se eu tiver que usar a Bíblia, eu vou cheirar a Bília. Porque eu, como outros pastores, sou ‘cheirador’ de Bíblia”, disse Edson Ribeiro imitando o sinal que o pastor Lucinho Barreto fez, como se estivesse usando cocaína.

“Agora melhor ser ‘cheirador’ de Bíblia e subir o morro pra pregar e evangelizar (…) do que outros candidatos que sobem o morro pra cheirar”, disse ele insinuando que outros candidatos sobem o morro de Vitória para usar drogas.

“Eu pelo menos sou cheirador de Bíblia”, disse.

Assista:

Pentecostais têm a menor despesa entre religiosos, segundo o IBGE

Pentecostais têm a menor despesa entre religiosos, segundo o IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comparou os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008/2009 e separou os gastos por religiões podendo identificar que os evangélicos pentecostais possuíam a menor despesa mensal.

Pela pesquisa os evangélicos pentecostais tinham em média R$ 2.035,01 de despesas por mês, menos da média nacional que era de R$2.626,31.

Os evangélicos tradicionais (luteranos, batistas, e outros) despendiam em média cerca de R$2.828,85 mensais, bem acima da média. Mas isso não se compara com as despesas das famílias de orientação espírita que tinham gastos mensais de R$4.821,66.

Pelos dados analisados os pentecostais gastam mais com alimentação, destinando 17,9% de suas despesas para isso. Outro fator que consome boa parte da renda dos pentecostais é a habitação, 30,6% da renda tem este destino.

Os evangélicos que não fazem parte da classificação tradicional ou pentecostal também gasta bastante com habitação e alimentação, sendo 29,7% e 16,6% respectivamente de seus salários foram destinados para essas despesas.



O IBGE dividiu os evangélicos nesses três grupos: evangélicos de missão, pentecostais e outras. Analisando o que cada uma dessas famílias mais gastaram nos anos de 2008/2009.

Enquanto a habitação leva boa parte das rendas, as despesas com assistência à saúde é o que menos consome a renda. Quem menos gasta com planos de saúde é o grupo “outros evangélicos” apenas 5,0% dos seus salários. Os pentecostais gastam 5,4% e os evangélicos de missão 5,8%.

Marcha para Jesus em Recife reúne fiéis de 300 denominações


 Marcha para Jesus em Recife reúne fiéis de 300 denominações


Mais de 300 denominações se uniram para realizar a Marcha para Jesus em Recife (PE) no último sábado (15), saindo do Terceiro Jardim com sentido ao Polo Pina milhares de pessoas oraram e cantaram seguindo os sete trios elétricos que fizeram parte do evento.

Essa foi a 19º edição da Marcha na capital pernambucana, sempre reunindo muitos jovens e famílias inteiras que aproveitam o momento para expressar sua fé em Cristo.

“Nós sabemos que todo nosso centro é Cristo. Toda essa festa é feita em prol de Jesus. Quando em Jesus Cristo, falamos de valores que estabelecem as famílias, as próximas gerações”, disse o bispo Daniel Fragoso, organizador da Marcha no Recife, para o site G1.

Diversos nomes da música gospel se apresentaram no palco montado na concentração: Aline Barros, Dj Alpiste, Ao Cubo, Banda Inesquecível, Renascer Praise, Banda DOPA e Tom Carfi.

Com ritmos diferentes os presentes puderam louvar e adorar a Deus na Orla.

Ao longo do ano a Marcha para Jesus passa por diversas cidades brasileiras, atraindo públicos de todas as idades e de denominações diferentes, mas sempre com o propósito de mostrar o nome de Cristo. Em São Paulo acontece o maior evento em quantidade de público, assim como no Rio de Janeiro onde mais de 300 mil pessoas se uniram no mês de junho.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Here we will tell the story of the beginnings of our mission and how we became what we are today... Read on!

 


      Our Rich History      






New York Gospel Mission to the Jews was founded in 1895 by Dr. Bernard Angel. He was the graduate of a German rabbinical school. His mentors discouraged his reading Isaiah 53, because Christians insisted it spoke of Christ. Instead he carefully read the chapter and was perplexed because it spoke of a suffering Messiah rather than a reigning one. Upon graduation he forsook his religious career to pursue journalism in Paris. When he wanted to further his career in England, his parents convinced him to go to New York City because they were afraid of the Christian influences in England. While in New York City his aristocratic wife attended some Christian ladies meetings and came to Christ. She was instrumental in leading her husband to the Lord. During a period of theological study in Chicago the Angels invited Jews into their home to discuss the Scriptures. In 1895 they returned to the Lower East Side to direct a Jewish outreach. At that time Jews from all over the world lived in this area of the City, and as many as 400 at a time would come to hear Dr. Angel's scholarly discussions of the Hebrew Scriptures. Many individuals trusted Christ as their personal Savior. From his ministry sprang the New York Gospel Mission to the Jews in 1895. It is one of the oldest missions in Manhattan. During Dr. Angel's ministry large numbers of Jews received Jesus as their Messiah. Scores of Communists also came from their headquarters four blocks away. Even Leon Trotsky, the Russian revolutionist, came to one meeting with a friend. Trotsky's companion responded to the gospel and later went to Hungary as an evangelist. Trotsky returned to Russia to help Lenin organize the atheistic Communist regime.
Dr. Angel died in 1929, and his daughter Ruth became the director of the work. In 1944 the mission purchased the five-story building at 149 Avenue B, and named it Angel Memorial House after the founders.
The traumatic changes of the latter 70's and early 80's in Lower East Manhattan almost brought the work to a standstill. The area was a dangerous center for illicit drugs. Then in the mid 80's the area started to turn around. Young professionals and Jewish and European ethnic groups began to buy into the area. The mission building was totally remodeled in the mid 90's and the ministry started to revive. For the past several years the Lord has seen fit to continue to provide so that the work can expand and increase its gospel witness.

      Our Vision for Reaching the World      






New York Gospel Mission is continuing to bear witness for the Lord Jesus Christ to the Jews and to the various ethnic groups in the East Village as well as the greater New York area. The ministry is located across the street from beautiful Tompkins Square Park. The mission church has been reopened and named Tompkins Square Gospel Fellowship. Both Jewish and various ethnic people are attending.

Public meetings in the parks and street corners are taking place regularly. Thousands of individuals from all over the world are hearing gospel singing and preaching in the open air meetings being held in such locations as Battery Park, Union Square, and Times Square. The summer months are full of mission teams who come to help evangelize. Tens of thousands of gospel tracts are being distributed. The mission has a rich heritage of gospel literature, and is seeking to revamp and develop additional materials. Training seminars in Jewish and Ethnic evangelism are being conducted. Jewish Sedar demonstrations are available for churches and groups desiring to understand the relationship of the Passover meal to the Lord's Table. Scale models of the Tabernacle furniture have been constructed and are being used to reach out to the Jewish community and the nations of the world.
Using the Tabernacle furniture to witness to people on the streets and show visitors Christ in the Tabernacle.
Lord willing the mission will have a scaled model of the Holy and Most Holy Places which will be open to the public during the High Holy Days in the Jewish calendar.

Mãe Transa com Filho de 16 Anos e Grava em Vídeo




Uma mulher EUA que fez uma fita de sexo com seu filho adolescente negou que ela estava sendo incestuosa, em vez dizendo que era um caso de "atração genética".


A Californiana Rebecca Atkinson supostamente se reuniu com seu filho de 16 anos em outubro, depois de não vê-lo por 15 anos.
Ela tinha o localizado através do Facebook e enviou fotos nuas de si mesma.


A avó do menino e parentes disseram à polícia que, em outubro de Atkinson estava enviando mensagens impróprias para ele sobre o Facebook.






O menino, que a polícia descreveu como "fora de controle", foi alegadamente para fora de casa para se encontrar com sua mãe, apesar de haver uma ordem de restrição contra ela.


Polícia flagra os dois juntos em um quarto de hotel em 2 de março.


Eles descobriram que vídeos no telefone do rapaz mostrando Atkinson fazendo sexo oral em seu filho no mês anterior.


Ela foi acusada de incesto, cópula oral, contato lascivo com uma distribuição menor e de material obsceno para um menor, mas Atkinson acredita que ela não deve ser cobrado com o incesto.




"Eu não sinto que eu deveria ter a acusação de incesto, porque existe algo chamado atração genética que é muito poderosa [fenômeno] que acontece de 50 [por cento] ou as pessoas tornando-se reunido com um parente perdido há muito tempo", escreveu ela em uma carta ao Tribunal Superior do condado de Napa.


Na quarta-feira, ela foi condenada a quatro anos e oito meses de prisão.




ELA NA CADEIA:
O Napa Valley Register está relatando: Mistie Rebecca Atkinson, 32, de Lake County, recebeu quatro anos, oito meses na prisão estadual no âmbito de um acordo judicial alcançado em maio. Atkinson não contestou a incesto, cópula oral, contato lascivo com uma distribuição menor e de material obsceno para um menor.


As acusações foram arquivadas no Tribunal Superior do Condado de Napa, porque a maioria dos crimes foram cometidos em Napa, o escritório do procurador distrital do condado de Napa disse em maio.


Em uma carta escrita à mão ao tribunal, Atkinson pediu clemência, dizendo que ela nunca teve a intenção de se tornar íntimo com seu filho biológico.


Lamentável algo desse tipo acontecer, ela é separada do marido a muito tempo e a guarda do filho ficou com o ex marido por algum motivo muito forte. pelo lado psicológico esta mulher  sofre distúrbios, e pelo lado espiritual os distúrbios sofridos vem de uma casta de demônios pulsando pelo lado sexual.

Montes de Israel ( terra santa )




1 - Montes de Judá
Os montes de Judá localizam-se ao Sul dos montes de Efraim. Constituem-se de uma série de elevações, entre as quais há herbosos vales, por onde correm riachos que deságuam nos mares Morto e Mediterrâneo. Eis os mais notó­rios montes de Judá: Sião, Moriá, Oliveiras, e o da Tenta­ção.



1.1 - Monte Sião
Localizado na parte Leste de Jerusalém, o monte Sião ergue-se ali soberano e altivo. Com aproximadamente 800 metros de altitude, ao nível do Mediterrâneo, é a mais alta montanha da cidade Santa. Designa-o desta forma o profe­ta Joel: "E vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o monte da minha santidade; e Jeru­salém será santidade; estranhos não passarão mais por ela" (Jl 3.17).

O Monte Sião era habitado pelos Jebuseus. Davi, en­tretanto, ao assumir o controle político-militar de Israel, resolveu desalojá-los. A partir de então, aquela singular elevação passou a ser a capital do Reino de Israel. Em vir­tude de sua posição privilegiada, era uma fortaleza natural para a cidade de Jerusalém.

Mais tarde, ordenou Davi fosse levada a arca da alian­ça a Sião. Por causa disso, o monte passou a ser considera­do santo pelos hebreus. Décadas mais tarde, com a remo­ção da sagrada urna ao Santo Templo, Sião passou a desig­nar, também, a área compreendida pela Casa do Senhor. E, não foi muito difícil a própria Jerusalém ser chamada por esse abençoado nome.

No Monte Sião encontra-se a sepultura do rei Davi. Em uma das lombadas dessa memorável área, localiza-se um cemitério protestante, onde está sepultado o renomado arqueólogo Sir Flinders Petri.
Após o Exílio Babilônico, os judeus começaram a identificar-se, com mais intensidade, com a mística Sião. Na luxuriante e soberba Babilônia, eles lembravam-se desse nome e derramavam copiosas lágrimas. Nos tempos modernos, foi criado um movimento, visando à criação do Estado de Israel, cujo nome é Sionismo. Essa designação reflete bem o amor dos judeus por sua terra.
A Igreja de Cristo é considerada a Sião Celestial, re­pleta de justiça e habitada por homens, mulheres e crian­ças comprados pelo sangue do Cordeiro.


1.2 - Monte Moriá
Moriá é sinônimo de sacrifício e abnegação. Nesse monte, o patriarca Abraão passou a maior prova de sua carreira espiritual. Premido pelo Todo-poderoso, prepara­va-se para sacrificar seu filho, seu único filho Isaque, quando ouviu este brado: "Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. Então disse-lhe o anjo do Senhor: Não es­tendas a mão contra o moço, e não lhe faças nada; por­quanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único" (Gn 22.11,12). Continua a narrativa: "Então levantou Abraão os seus olhos; e eis um carneiro detrás dele, travado pelas suas pontas num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho" (Gn 22.13).



Localizado a leste de Sião, o Monte Moriá tem uma altitude média de 800 metros ao nível do Mediterrâneo. De forma alongada, sua parte mais baixa era conhecida como Ofel. No tempo de Abraão, Moriá não designava propria­mente um monte, mas uma região.
Mil anos após a era patriarcal, Salomão construiu o Templo nessa elevação. A Casa do Senhor, entretanto, foi destruída por Nabucodonozor, em 587 a.C. Reconstruída no tempo de Esdras e Neemias, foi novamente destruída pelo general Tito, no ano 70 de nossa era. Atualmente, sobre esse monte, encontra-se a Mesquita de Ornar, um dos lugares mais sagrados para os muçulmanos.


O que significa Moriá? O professor Zev Vilnay, citado por Enéas Tognini, explica: "Os sábios de Israel pergunta­ram: - 'Por que este monte se chama Moriá?' - Porque vem da palavra 'Mora', que, em hebraico, significa temor. Desta montanha o temor de Deus percorreu a terra toda. Outra versão diz que vem de 'ora', que quer dizer luz, pois quando o Todo-poderoso ordenou: 'Haja luz', foi do Moriá que pela primeira vez brilhou a luz sobre a humanidade."
Hoje, Moriá poderia ser chamado "Montanha das Lá­grimas". Do Templo, restou apenas uma muralha na qual judeus de todo o mundo choram seu exílio e suas amargu­ras। O Muro das Lamentações é o último resquício da gló­ria passada de Israel.
1.3. - Monte das Oliveiras
O Monte das Oliveiras situa-se no setor oriental de Jerusalém.
 O Vale do Cedrom separa-o do monte Moriá. Esse monte, denominado "Mons Viri Galilaei", compõe uma cordilheira, sem muita expressão, com aproximada­mente três quilômetros de comprimento.
Na parte ocidental do Monte das Oliveiras, fica o Jar­dim do Getsêmani. Nos dias do Antigo Testamento, essa sagrada elevação era coberta de oliveiras, vinhedos, figuei­ras e uma série de outras árvores frutíferas e ornamentais. A fertilidade dessa região é proverbial e secular, haja vista que, depois do exílio babilônico, a Festa dos Tabernáculos foi realizada com os ramos das árvores do Olivete.
No Jardim do Getsêmani, Jesus enfrentou um dos mais dolorosos momentos de seu ministério. Envolto na sombra da noite, clamou. Pressionado pelos nossos peca­dos, chorou. Ali, seu corpo foi esmagado por causa das nos­sas transgressões.



1.4 - Monte da Tentação
Logo após o seu batismo, foi Jesus levado a um monte, onde passou 40 dias. Em completo jejum por 40 dias, foi tentado pelo Diabo; teve fome depois de terminar o jejum e sofreu a solidão. Essa elevação, que serviu de claustro ao Salvador, é conhecida como o monte da Tentação.
Distante 20 quilômetros a leste de Jerusalém, esse monte fica a quase 1000 metros acima do nível do mar. Sua altura, contudo, não ultrapassa a 300 metros, por encon­trar-se no profundo terreno do vale do Jordão. Caracteriza­do por ingrata aridez, possui inúmeras cavernas, onde os monges refugiam-se para meditar.
Na realidade, as Sagradas Escrituras não declinam o nome do monte onde o Senhor foi tentado.
Entretanto, o Monte da tentação é o único que corresponde ao cenário onde Cristo travou uma de suas mais decisivas batalhas.



2 - Montes de Efraim
A região montanhosa de Efraim abrange a área ocupa­da pelos efraimitas, pela metade dos manassitas e por uma parcela dos benjamitas. Conhecemos essa área, também por estes nomes: monte de Naftali. monte de Israel e mon­te de Samaria. Essa área é classificada, geograficamente, como Planalto Central.
Eis os mais importantes montes de Efraim: Ebal e Ge-rizim। Sobre ambos os montes, foram pronunciadas as maldições e as bênçãos sobre os filhos de Israel. Ambas as elevações, testemunham os visitantes, formam um anfi­teatro, com perfeita acústica.




2.1 - Monte Ebal
Do Ebal foram pronunciadas as maldições. Localiza­do no Norte de Nablus, seu solo é aridificado e com muitas escarpas. Tem 300 metros de altura e fica a mais de mil metros de altitude em relação ao Mar Mediterrâneo.

Jotão proclamou seu célebre apólogo do cume desse monte. E, dessa engenhosa maneira, incitou Israel a lutar contra o usurpador Alimeleque. Tanto o Ebal, como o Gerizim, ocupam posição estra­tégica। Para se alcançar qualquer parte da Terra Santa, há de se passar, necessariamente, por ambos os montes "Ebal" significa, em hebraico, pedra.


2.2 - Monte Gerizim
Ao contrário do Ebal, o monte Gerizim é coberto por reconfortante vegetação. A altura dessa elevação é de 230 metros. Com relação ao nível do Mediterrâneo, está situa­do a 940 metros de altitude. Nesse monte, foram abertas muitas cisternas para captar águas da chuva.

Após o exílio babilônico, os samaritanos, instigados por Sambalá, construíram um templo sobre o Gerizim. Vi­savam tirar a glória do Templo reconstruído por Esdras e Neemias. Em 129 a.C, o lugar de adoração dos samarita­nos seria destruído por João Hircano.
Recentemente, Salcy descobriu reminiscências desse espúrio santuário. Conforme descreve esse laborioso ar­queólogo, o templo dos samaritanos era rico e suntuoso.

O Monte (gerizim, atualmente é conhecido como Jebel et-Tor. E. continua sendo o lugar de adoração dos samaritanos. Segundo dizem, foi nesse monte que Abraão pagou o dízimo a Melquisedeque. Eles acreditam, também, que foi nesse lugar que Isaque seria sacrificado pelo piedoso pai dos hebreus.

3 - Montes de Naftali
Essa designação abarca todo o conjunto montanhoso do Norte da Terra Santa. Abrange a região da Galiléia. Quando da conquista de Canaã, esse território foi destina­do às tribos de Aser, Zebulom, Issacar e Naftali. Os naftalitas ficaram com uma área mais extensa. Em virtude dis­so, essas terras passaram a ser conhecidas como Naftali.
Eis os quatro mais importantes montes dessa região: Carmelo, Tabor, Gilboa e Hatim।



3.1 - Monte Carmelo
Travou-se no Carmelo um dos mais renhidos comba­tes entre a fé e a idolatria. Cheio do Espírito Santo, Elias desafiou várias centenas de profetas de Baal. A vitória, é claro, coube ao profeta do Senhor. Esse monte, em virtude dessa confrontação, é símbolo de prova e fogo.
O Carmelo não é propriamente um monte. Faz parte, na realidade, de uma cordilheira de 30 quilômetros de comprimento. Sua largura oscila entre 5 a 13 quilômetros, a começar do Mediterrâneo em direção ao Sudeste do terri­tório israelita. O ponto mais elevado dessa serra não atinge 600 metros. O duelo de Elias com os falsos profetas deu-se exatamente no cume do monte Carmelo.
No lado Norte dessa cordilheira, passa o rio Quisom, onde os vassalos de Baal foram exterminados.


Oswaldo Ronis acrescenta-nos mais alguns detalhes acerca do Car­melo: "Este é o único monte que se destaca do planalto central na direção oeste, formando um promontório ao sul da planície do Acre (Accho ou Asher) e é a única parte do território da palestina que avança mar Mediterrâneo aden­tro, formando, ao Norte, a baía do Acre onde se localiza a cidade de Haifa. Note-se que este monte ou serra forma uma barreira entre as planícies Esdraelom, ao norte e Sarom ao sul, apresentando em seus flancos inúmeras caver­nas que, pela sua conformação interna, parece (algumas) terem sido habitadas. Uma delas é conhecida como a 'Gruta de Elias' , que hoje é um santuário muçulmano."



3.2 - Monte Tabor
Localizado também na Galiléia, o Tabor tem 320 me­tros de altura. Trata-se de um monte solitário, plantado na luxuriante Esdraelom. Visto do Sul, lembra-nos um se-micírculo. Dista a apenas 10 quilômetros de Nazaré e a 16 do mar da Galiléia. Situa-se a 615 metros acima do nível do Mar Mediterrâneo.

De seu cume podem-se avistar magníficas paisagens. A alma poética dos hebreus embevecia-se com os maravi­lhosos quadros vislumbrados desse monte. O Tabor, por esse motivo, era comparado ao monte Hermom.


O Tabor é muito importante no Antigo Testamento. Em suas cercanias, os exércitos de Débora e Baraque combateram as forças de Sísera. Mais tarde, Gideão, nessa mesma área, colocou em fuga os batalhões dos midianitas.
Nos dias de Oséias, foi construído um santuário pagão sobre o monte Tabor, contra o qual clamou o santo profeta: "Ouvi isto, ó sacerdotes, e escutai, ó casa de Israel, e escu­tai, ó casa do rei, porque a vós pertence este juízo, visto que fostes um laço para Mizpá, e rede estendida sobre o Tabor" (Os 5.1).


Tempos mais tarde, foi construída uma cidade no topo desse monte. Em 218 a.C., Antíoco a conquistou e transformou-a em uma fortaleza. O Tabor seria cenário, ainda, de vários conflitos entre romanos e judeus. O histo­riador Flávio Josefo, por exemplo, fortificou uma determi­nada área desse monte. Dessas fortificações, sobraram, so­mente, trechos de um muro.
A partir do Século III de nossa era, renomados teólo­gos começaram a ventilar esta hipótese: A transfiguração do Cristo deu-se no Monte Tabor. Visando perenizar esse importantíssimo momento da vida terrestre de Jesus, a mãe de Constantino Magno, Helena, ordenou fossem cons­truídos três santuários: um para Jesus, e os outros dois
para Moisés (representante da Lei) e Elias (representante dos profetas).

Hoje, todavia, acredita-se que a transfiguração ocor­reu nas encostas sulinas do monte Hermom.
O Tabor, atualmente, é chamado de Jabal al-Tur pe­los árabes। Os israelenses continuam a tratá-lo de Har Tãbhôr.



3.3 - Monte Gilboa
Com 13 quilômetros de comprimento e com uma lar­gura que varia entre 5 a 8 quilômetros, o Monte Gilboa es­tá localizado no Sudeste da planície de Jezreel. Sua forma é alongada. Situa-se a 543 metros de altitude.
Em Gilboa, que significa fonte borbulhante em hebraico, morreram o rei Saul e seu filho Jônatas, quando combatiam os incircuncisos filisteus. A fatalidade inspirou este cântico davídico: "Vós, montes de Gilboa, nem orvalho, nem chuva caia sobre vós, nem sobre vós, campos de ofertas alçadas, pois aí desprezivelmente foi profanado o escudo dos valentes, o escudo de Saul, como se não fora ungido com óleo" (2 Sm 1.21).
As colinas do Gilboa são conhecidas, hodiernamente, como Jebel Fukua.


3.4 - Monte Hatim
Localizado nas proximidades do mar da Galiléia, o monte Hatim compõe o chamado Cornos de Hatim. Sua altura não ultrapassa os 180 metros. É um lugar bastante atrativo. De seu topo, pode-se avistar o Mar da Galiléia. Seus dois picos principais têm a aparência de chifres.
Acredita-se ter sido esse o monte, do qual Cristo pro­nunciou o célebre Sermão da Montanha। O Hatim é conhe­cido, de igual modo, como o Monte das bem-aventuranças.


II - MONTES TRANSJORDANIANOS
Os montes transjordanianos são conhecidos, também, como Montes do Planalto. Eis as suas principais elevações: Gileade, Basam, Pisga e Peor.


1 - Monte de Gileade

Trata-se de um conjunto montanhoso. Vai do Sul do Rio Yarmuque ao mar Morto. Gileade é dividido pelo Ri­beiro de Jaboque, onde Jacó lutou com o Anjo do Senhor. Essa foi a primeira região conquistada pelos israelitas e coube à tribo de Gade. O profeta Elias é originário dessa terra. No tempo de Jesus, esse território era conhecido como Peréia.

O nome dessa localidade surgiu com o encontro entre Jacó e Labão. Designou-a, o primeiro, assim: Jegar-Saaduta. E, o segundo, Galeed. Ambas as nomenclaturas significam montão do testemunho.
Essa região, na antigüidade, era famosa pela sua ferti­lidade. De seu solo, explodiam o trigo, cevada, oliveira e le­gume. O seu bálsamo era procuradíssimo. Hoje, esse terri­tório está em poder da Jordânia. Para os judeus ortodoxos, entretanto, Gileade é a eterna possessão dos filhos de Is­rael.


2 - Monte de Basam

Basam é um dilatado e fertilíssimo conjunto de mon­tanhas. Ao norte, limita-se com o monte Hermom. Ao les­te, com a região desértica da Síria e da Arábia. A Oeste, com o Jordão e o mar da Galiléia. E, ao sul, com o Vale do Yarmuque.
Assim refere-se Davi a esse monte: "O monte de Deus é como o monte de Basam, um monte elevado como o mon­te de Basam" (Sl 68.15).
As terras do Basam, por causa de sua fertilidade, constituem-se um celeiro para Síria e o Estado de Israel. Na era veterotestamentária, essa região estava coberta de cedros e carvalhos. E, em suas viscejantes pastagens, eram apascentados numerosos rebanhos.
Nos dias de Abraão, o monte de Basam era habitado pelos temidos refains, um povo constituído de homens de elevada estatura. O último soberano dessa nação foi exe­cutado pelos israelitas. Trata-se de Ogue, cuja cama me­dia aproximadamente quatro metros de comprimento e quase dois de largura.
Essa área foi destinada, por Moisés, aos manassitas.



3 - Monte Pisga
Do cimo do monte Pisga, contemplou Moisés a Terra Prometida: "Então subiu Moisés das campinas de Moabe ao Monte Nebo, ao cume de Pisga, que está defronte de Je­rico; e o Senhor mostrou-lhe toda a terra, desde Gileade até Dã. Assim morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme o dito do Senhor" (Dt 34.1 e 6).
O Pisga está localizado na planície de Moabe. Dista 15 quilômetros do Leste da foz do rio Jordão. Moisés vis­lumbrou o solo da promissão de uma altitude de 800 metros. O monte Pisga é conhecido, também, como Nebo. Alguns autores, contudo, dizem haver, nessa região, dois montes: o Pisga e o Nebo.


4 - Monte Peor

O monte Peor está localizado nas imediações do Nebo. Em hebraico, "Peor" significa abertura. Nesse monte era adorado o imoral Baal-Peor.
Do monte Peor, tentou Balaão amaldiçoar os filhos de Israel. No entanto, seus esforços foram em vão. Como últi­mo recurso para prejudicar a marcha dos israelitas, indu­ziu-os a participar das sensuais cerimônias de adoração de Baal-Peor. Não fosse a ação pronta e enérgica de Moisés, os hebreus teriam se corrompido completamente. Desse la­mentável episódio, falaria mais tarde o grande legislador: "Os vossos olhos têm visto o que Deus fez por causa de Baal-Peor: pois a todo o homem que seguiu a Baal-Peor o Senhor teu Deus consumiu no meio de ti" (Dt 4.3).

III - MONTE SINAI
O Sinai constitui-se de uma península montanhosa, localizada entre os golfos de Suez e Acaba. Nessa região, Deus apareceu a Moisés e o comissionou a libertar Israel do jugo faraônico. Da sarça ardente, clamou o grande Jeo­vá: "Eu sou o que sou". Em frente a esse monte, ficaram os israelitas acampados por quase um ano. Nesse santo lugar, o Senhor entregou a Lei aos filhos de Israel (Êx 19 e Nm 10).

Conhecido também como Horebe, o monte Sinai ser­viu de refúgio a Elias. Nele, o profeta, o ardente profeta de Jeová, pôde esconder-se da perversa Jezabel. "Sinai", segundo os exegetas, significa sarça ardente, fendido ou rachado. Dizem alguns ser esse nome uma evo­cação a Sin, deusa da Lua. Nas Sagradas Escrituras, esse monte recebe três diferentes designações: Monte Sinai. Horebe e Monte de Deus.

Essa sagrada elevação tem uma forma triangular. Seus vértices superiores repousam nos territórios asiático e africano. Ao Leste, é banhada pelo Golfo de Acaba. Ao Ocidente, pelo Golfo de Suez. A área da Península do Si­nai mede 35.000-. Nessa região, podemos encontrar três zo­nas geológicas: Cretácea, Arenística e Granítica.
Apesar de aridificado, esse território tem os seus en­cantos particulares. Os montes erguem-se soberanos e alti­vos. Queimadas pelo Sol, as areias mostram-se multicolo-ridas. A vegetação é sobremodo escassa, tornando a sobre­vivência humana praticamente impossível. Os oásis são uma raridade. Em alguns locais, contudo, vislumbram-se verdes vales, em virtude da água, que provém da neve de alguns altos picos. Nesses lugares, os anacoretas encon­tram repouso e silêncio para a sua meditação.

O Sinai pertencia ao Egito. No entanto, na Guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel capturou toda essa região. Se­gundo a Palavra de Deus, a região do Sinai pertence, de fa­to, aos israelitas.