Igreja Evangelica Jesus Cristo é o Senhor

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Seita

Seita queima bebê vivo por acreditar que seria o anticristo


Um ritual de sacrifício, que culminou com a morte de um recém nascido, levou a polícia chilena a prender quatro pessoas na última quinta-feira, 25 de abril.

Os presos eram integrantes de uma seita, e queimaram vivo o bebê de três dias porque o líder do grupo acreditava que recém nascido era o anticristo.

O ritual macabro aconteceu numa colina de Colliguay, uma cidade próxima ao porto de Valparaíso. De acordo com o Huffington Post, o fato teria ocorrido no dia 21 de novembro de 2012, com a aprovação da mãe, Natalia Guerra, que teria acompanhado o sacrifício.

“O bebê estava nu. Eles prenderam fita em torno de sua boca para impedi-la de gritar. Então eles colocaram ela em uma placa. Depois de invocar espíritos, jogaram ela na fogueira com vida”, disse Miguel Ampuero, da Unidade de Investigação da Polícia.

A seita teria sido formada em 2005, e contaria com doze membros, liderados por Ramon Gustavo Castillo Gaete (foto), 36 anos, que seria o pai do bebê e se considerava um deus, de acordo com informações da BBC. “Todo mundo nesta seita era um profissional. Temos um que era um veterinário e que trabalhou como assistente de vôo, temos um cineasta, desenhista. Todo mundo tem um diploma universitário”, afirmou Ampuero.

Ramon não foi encontrado pela polícia e é considerado foragido. As informações que os agentes possuem dão conta que ele foi visto pela última vez viajando para o Peru para comprar ayahuasca, uma planta bebida alucinógena que ele teria usado para controlar os membros da seita.

Angola proíbe

Angola proíbe operação de igrejas brasileiras


Apenas a IURD recebeu aval para continuar funcionando


As igrejas evangélicas brasileiras que possuem templos em Angola não poderão mais funcionar de acordo com a nova medida do governo que criticou os pastores que atuam no país, principalmente as igrejas dissidentes que são consideradas como um “negócio”.
Desde o incidente ocorrido no dia 31 de dezembro no estádio da Cidadela, onde 16 pessoas morreram por asfixia, o governo tomou medidas para fechar os estabelecimentos das denominações: Igreja Universal do Reino de Deus, Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém.


As 16 pessoas que morreram estavam entre as 150 mil que compareceram no local para participar do evento “O Dia do Fim” o culto da virada de ano da IURD. Na época as investigações apontaram que as igrejas estavam disputando para ver quem atraia o maior número de fiéis não respeitando os limites de público do local.
Em fevereiro as igrejas foram fechadas e em 31 de março apenas a IURD recebeu a autorização para voltar a funcionar.
Em Angola as igrejas são fiscalizadas pelos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e pela Procuradoria Geral da Justiça. Apenas as igrejas reconhecidas podem funcionar no país e das que foram fechadas, apenas a Igreja Universal possuía tal reconhecimento.

Igrejas brasileiras fazem propaganda enganosa, diz secretário angolano

Para o secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), Rui Falcão, as igrejas brasileiras que atuam na Angola usam a fragilidade do povo para obter lucro por meio da propaganda enganosa.
“Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres”, disse ele para a Folha de São Paulo.
Rui Falcão também deixa claro que o governo não irá reconhecer as demais igrejas, principalmente as formadas por dissidências. “Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país”, disse ele que reforça a visão de que “elas são apenas um negócio”.
A Igreja Universal poderá funcionar normalmente, mas o governo vai fiscalizá-la no que diz respeito à segurança, dada a grande quantidade de fiéis. Com informações Folha de SP.

Ex-freira

Ex-freira afirma que freiras e padres mantinham relações sexuais

A ex-freira inglesa, fugiu do convento e se tornou sexóloga

Por Heverton de Oliveira para o Ligado no Gospel
Jane Frances de Chantal é uma ex-freira que, após passar dois anos de sua vida em um convento, decidiu fugir. A sexóloga (profissão atual), que atende na Califórnia pacientes com problemas sexuais, decidiu investigar a vida íntima de outras mulheres que abandonaram o ''hábito''. O resultado está no livro In the name of God, why? (Em nome de Deus, por quê?), lançado nos Estados Unidos no fim do ano passado. 

Em uma entrevista concedida ao site da revista Época, Jane fez declarações polêmicas quanto a rotina de padres e freiras da Igreja Católica. 

Segundo Fisher, seu sobrenome de casada, em determinados momentos as freiras mantinham relações sexuais com padres que frequentavam o convento. A ex-freira, também conta que houveram, em conventos Europeus, casos de freiras que se relacionavam com outras freiras.
Aquelas que ficaram muito tempo no convento acabaram tendo vida sexual lá, com padres ou fiéis. Duas das 69 ex-freiras que pesquisei se relacionaram sexualmente com outras freiras.   
A pesquisa de Fisher também diz que quando as freiras se relacionavam sexualmente com padres, eram obrigadas a viver uma vida sem questionamentos, aceitando assim todas as ordens que lhes eram impostas; Jane ainda afirma que existem muitos gays dentro dos mosteiros e dos conventos. 
Quando uma freira se envolvia com um padre, havia uma dinâmica de poder, em que a mulher deveria ser subserviente. Uma delas me contou que só ela fazia sexo oral no padre. (...) . Existem muitos homossexuais em conventos e mosteiros. Se você é muito religioso e gay, para onde mais pode ir?
As declarações de Jane ainda não foram confirmadas pela igreja católica. Portanto não há como ter certeza se suas declarações são verídicas, ou não. A entrevista completa você encontra aqui. E você leitor? O que acha disso. É a favor do celibato ou contra?

Cristãos são mantidos presos

Cristãos são mantidos presos na Coreia do Norte por recusar a reconhecer ditador como divindade


Segundo Acontecer Cristiano, imagens de satélite dos campos de concentração mostram 200 mil pessoas presas



Os norte-coreanos que exercem a fé cristã na Coreia do Norte e que não reconhecem o ditador Kim Jong Un como uma divindade, segundo informações do Acontecer Cristiano, estão sendo mantidos presos nos centros de detenção e privados de alimentação. A publicação aponta que existem imagens de satélite que localizaram os campos de concentração e, no local, estão sendo mantido cerca de 200 mil pessoas que são consideradas pelo governo coreano como religiosos criminosos.

O acontecimento contra os cristãos ocorre em meio ao momento que a Coreia do Norte está no centro das atenções mundiais por conta das ameaças de ataque contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos. O país é conhecido internacionalmente pelas organizações de missionários como a nação mais fechada ao Cristianismo, e consequentemente o país que mais persegue cristãos em todo o mundo.

Mesmo com todas as impossibilidades de exercer a fé, sob o risco de serem condenados à prisão perpétua ou pena de morte, os cristãos secretos na Coreia do Norte, segundo a Missão Portas Abertas, somam entre 200 e 400 mil fieis. A sentença de prisão perpétua ou pena de morte acontece caso os fieis cristãos forem flagrados cultuando a Deus ou apenas com uma Bíblia.

O país, que começou a perseguição aos cristãos em 1953 e é oficialmente ateu, tornou-se comunista depois da guerra das Coreias e, no entanto, existe no local uma imposição por parte do governo para a população deva cultuar à dinastia Kim.

Segundo a crença local, o avô do atual ditador Kim Jong Sung Un, o já falecido Kim Jong Sung, é adorado na Coreia como um ser de natureza divina, e seus descendentes herdaram o direito de ocupar o posto de chefe da nação e o dom da divindade do líder.

Benny Hinn

Benny Hinn admite estar endividado e pede ajuda aos fiéis

Televangelista divulgou em seu website uma campanha para arrecadar 2,5 mi de dólares

Depois de o pastor Robert Schuller, um dos ícones da chamada teologia da prosperidade, ver sua igreja falir e ser vendida para a arquidiocese católica da Califórnia ano passado, agora quem admite estar à beira da falência é o televangelista Benny Hinn.

Conhecido pelos seus cultos de cura, Hinn há anos prega a doutrina de que as pessoas que fizerem doações a seu ministério seriam muito mais abençoadas financeiramente. Desde 2007 o Senado americano pede que a Receita Federal investigue uma série de pregadores que movimentam milhões. O ministério de Benny Hinn também passou por essa investigação, mas negou qualquer irregularidade.

No passado, Hinn foi criticado por usar o dinheiro arrecadado em seus programas TV para comprar carros de luxo, mansões e até um jato particular, e nunca aceitou fazer uma prestação de contas pública, como muitos outros ministérios fazem. Ele já foi pastor de uma megaigreja em Orlando, mas nos últimos anos só fazia cruzadas. Seu irmão, San Hinn, recentemente foi afastado do ministério por causa de um escândalo sexual.


No início de abril, Hinn recebeu muitas críticas por ter  pedido aos milhares de fieis que foram a uma cruzada em  Trinidad e Tobago que doassem, cada um, US$ 100 como  uma “semente de fé”. O valor é muito alto para os padrões do pequeno país, um dos mais pobres do Caribe.
Esta semana, o televangelista disse abertamente em uma “carta aberta” no site de seu ministério que necessita de US$ 2,5 milhões em doações para que possa continuar em frente. Admitiu que o fato de ter ficado separado da esposa por alguns anos atrapalhou sua vida e ministério e que está endividado. Contudo, Hinn explicou que um doador que não quer se identificar irá doar um dólar para cada dólar enviado pelos fieis.
O pastor Hinn chamou essa pessoa de “um querido amigo de longa data” e ele o procurou dizendo: “Deus colocou em meu coração que eu deveria plantar uma semente de US$ 2,5 milhões em seu ministério. Porém, Deus só quer eu faça isso se os seus parceiros do ministério doarem a mesma quantia dentro de 90 dias! 
Deus quer ver seu ministério completamente sem dívidas, e eu quero plantar uma semente ungida, que vai ajudá-lo a dar um passo gigante para se livrar dessas dívidas”. Benny Hinn disse ainda “Sinto fortemente que Ele deseja que vocês sejam parte dessa transferência sobrenatural de riqueza que está chegando a cada crente que vai obedecer a Palavra de Deus”.

No final, ele promete que Deus irá literalmente “dobrar milagrosamente” qualquer quantidade doada. Se a pessoa enviar U$ 100 receberá U$200, se doar U$ 1000 receberá U$2000 em 90 dias.

Não esta tudo bem

Não esta tudo bem com esta nação e a Igreja Evangélica precisa saber e agir


A advogada Damares Alves, pastora e assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica, realizou uma palestra na Primeira Igreja Batista em Campo Grande (MS) denunciando diversos projetos políticos que ameaçam as crianças, a família e a igreja.

A doutora, que também é professora, mostrou diversos projetos voltados para crianças com o objetivo de influenciá-las sexualmente. Além da parte sexual, ela fez um alerta sobre o consumo de drogas.
Ao dar início a sua palestra, ela avisou: “A igreja evangélica brasileira passa por grandes desafios”, dizendo que enquanto a igreja se preocupa com riquezas há pessoas que estão tentando influenciar as crianças com o intuito de destruir a infância e ensinar a homossexualidade e a erotização.

As denúncias da advogada estão sendo divulgadas pelas redes sociais e causando revolta em pais de todas as religiões, pois os materiais incentivando o sexo entre crianças de 10 anos já foram distribuídos em diversas escolas espalhadas pelo Brasil.

“Estão detonando as nossas crianças”, diz ela que em seguida mostra um livro que será distribuído para crianças de dois a três anos de idade que mostra dois príncipes se casando. Há outros materiais que estão tratando com naturalidade a homossexualidade.

Em determinado momento Damares Alves diz que no final de um dos materiais há a indicação de que para tirar dúvidas a respeito doconteúdo do livro é preciso consultar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o que explica os ataques que o deputado federal Marco Feliciano vem sofrendo, já que ele é contra todos estes projetos.

Outros assuntos são tratados na palestra, como o aborto e a manipulação de informações que tem como objetivo aprovar a interrupção de gravidez. As denúncias são gravíssimas.

“NÃO ESTA TUDO BEM COM ESTA NAÇÃO” a Igreja Evangélica tem que reconhecer isso, a Igreja Evangélica tem que reconhecer que precisamos fazer alguma coisa, chega, chega da destruição estamos vivendo a cultura da morte nesta nação. Eu poderia ficar até de madrugada mostrando mais e mais imagens de tudo que falamos aqui hoje, mas eu to resumindo a vocês dizendo o seguinte: A IGREJA EVANGÉLICA PRECISA SE LEVANTAR e essa Igreja (e as demais) precisa nos ajudar, e faz um apelo aos jovens e todos quantos querem ajudar. A todos quantos tem celulares, redes sociais, internet usem e divulguem, querem também ajudar a não aprovar o aborto no país tem um telefone que todos podem estar ligando e dizendo não ao aborto – 0800-619619 - faça sua parte.

-Assista a vídeo/palestra, faça também a sua parte divulgando para que mais cristãos fique sabendo do que esta acontecendo nos bastidores, que muitas das vezes não temos acesso e comente…

Modelo é deportado

Modelo é deportado da Arábia Saudita por ser ‘muito bonito’

Autoridades árabes Temiam que visitantes do sexo feminino pudessem ''cair em pensamentos impuros''.

Foto: Borkan Al Gala

Borkan Al Gala teria estado entre os três modelos dos Emirados Árabes Unidos, que foram expulsos de um festival na capital da Arábia Saudita, Riyadh, por serem rotulados como "muito bonitos".

As autoridades teriam dito que temiam que as mulheres pudessem ser atraídas por eles, e cair em pensamentos impuros, de acordo com o jornal árabe Elaph.

Os homens foram presos por policiais da polícia religiosa do país, o Mutaween, de acordo com o The Sun do Reino Unido.

"Três Emiratis foram retirados em razão de eles serem muito bonitos. Temia-se que visitantes do sexo feminino pudessem cair por causa deles", informou um jornal local na semana passada, observa o The Sun.

A Arábia Saudita é um país islâmico ultraconservador que impõe inúmeras regras sobre as mulheres, por exemplo, que elas devem permanecer cobertas em todos os momentos e não estão autorizadas a falar ou interagir com homens que não são seus parentes.