Em todos os recantos do mundo, onde quer que se pregue o evangelho, esta preciosa promessa de Jesus tem sido lembrada ao seu povo. Entretanto, ela às vezes é ministrada fora do seu contexto, como a garantia de que podemos contar com a presença de Jesus em nossa peregrinação neste mundo. Convém, todavia, relembrar que Jesus não estava com ela pretendendo proteger-nos no recesso dos nossos lares, mas sim estimulando-nos a sair mundo a fora, levando a mensagem do evangelho e fazendo discípulos em todas as nações. (Mt 28.19,20).
Portanto, é inapropriado desejar a presença de Jesus em nossas vidas, se não estamos engajados na pregação do evangelho. De igual modo, a promessa do derramamento de Espírito Santo se restringe àqueles que estão dispostos a testemunharem de Jesus ao mundo (At 1.8). Nada, pois, é mais claro do que a prioridade da tarefa missionária sobre as demais. Ela era a motivação principal, o objetivo maior.
Naturalmente a Igreja “perseverava na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão e nas orações” (At 2.42). Isto significa dizer que havia reuniões para o ensino doutrinário, que as ordenanças sagradas da Santa Ceia e do Batismo eram cuidadosamente mantidas.
Mas tudo isto eram meios, apenas meios que qualificavam a Igreja para o exercício da obra missionária, pois era isto que garantia a presença diária do Senhor e a efusão dos dons espirituais.
Podemos, pois, declarar, biblicamente fundamentados, que uma Igreja sem objetivos missionários não é um exército destinado a combater as hostes malignas que campeiam neste mundo, mas sim um aglomerado de pessoas reunidas apenas com o propósito de desfrutar das bênçãos prometidas pelo Senhor.
Se de fato desejamos engajar-nos como soldados de Cristo, não podemos negligenciar a tarefa síntese da Igreja, estabelecida pelo próprio Jesus, ao subir ao céu: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mt 28.19,20.
Portanto, é inapropriado desejar a presença de Jesus em nossas vidas, se não estamos engajados na pregação do evangelho. De igual modo, a promessa do derramamento de Espírito Santo se restringe àqueles que estão dispostos a testemunharem de Jesus ao mundo (At 1.8). Nada, pois, é mais claro do que a prioridade da tarefa missionária sobre as demais. Ela era a motivação principal, o objetivo maior.
Naturalmente a Igreja “perseverava na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão e nas orações” (At 2.42). Isto significa dizer que havia reuniões para o ensino doutrinário, que as ordenanças sagradas da Santa Ceia e do Batismo eram cuidadosamente mantidas.
Mas tudo isto eram meios, apenas meios que qualificavam a Igreja para o exercício da obra missionária, pois era isto que garantia a presença diária do Senhor e a efusão dos dons espirituais.
Podemos, pois, declarar, biblicamente fundamentados, que uma Igreja sem objetivos missionários não é um exército destinado a combater as hostes malignas que campeiam neste mundo, mas sim um aglomerado de pessoas reunidas apenas com o propósito de desfrutar das bênçãos prometidas pelo Senhor.
Se de fato desejamos engajar-nos como soldados de Cristo, não podemos negligenciar a tarefa síntese da Igreja, estabelecida pelo próprio Jesus, ao subir ao céu: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mt 28.19,20.
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