Igreja Evangelica Jesus Cristo é o Senhor: O Crime do Padre e Outros Artigos

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O Crime do Padre e Outros Artigos

O caso da autoria de paternidade envolvendo o ex-bispo católico Fernando Lugo, presidente do Paraguai, constitui um desses afloramentos, nas fraturas da sociedade, de problemas pessoais de largas implicações sociais, aqui, no plano da religião e da política. Não é de agora que Lugo está enredado numa teia de dificuldades próprias de quem se propõe a personificar conjunções sociais e políticas teoricamente impossíveis. Refiro-me, em particular, ao desencontro entre sua opção pela missão religiosa e sua opção pelo poder político. Não só a Igreja Católica no Paraguai se opôs às pretensões do bispo. O Vaticano também se opôs, suspendendo-o das funções sacerdotais. No ano passado, já em andamento o processo eleitoral, o Papa Bento XVI decretou a perda do estado clerical de Lugo, livrando-o dos votos religiosos. Na linha atual de restauração de uma religiosidade mais densa e mais católico-romana, que marca o pontificado de Ratzinger, a solução de Roma para o caso de Lugo pode indicar uma tendência. Esse ato desobrigou Lugo até mesmo em relação ao celibato. Além de divorciá-lo do casamento com a Igreja, deu-lhe a liberdade de um segundo matrimônio, a de casar-se com a política. Na verdade, o Vaticano livrou-se de Lugo.
Isso, porém, não livra a Igreja de um pesadelo. Lugo, ainda bispo, seduziu a adolescente que se tornaria mãe de seu filho, na época em que se hospedava na casa da madrinha da menina de 16 anos, com a qual ela vivia. Manteria com ela um relacionamento de dez anos. Se ele se confessou alguma vez nesse período, como exige de seus fiéis a Igreja, e se se confessou regularmente, como é de esperar, teve a conivência de seu confessor, que ao absolvê-lo, liberou-o para comungar e ministrar o sacramento da comunhão em estado de pecado. Se se confessou, mas omitiu o pecado, mentiu, e pecou de novo.
Um segundo aspecto da questão é o de que, conforme o noticiário, a moça engravidou de Lugo somente há cerca de dois anos. São vários os fatores de uma gravidez tardia num relacionamento duradouro, dentre eles ou ela usara anticoncepcional ou ele usara preservativo até então. Aí também deu-se ele uma liberdade que a Igreja tem insistentemente negado aos seus fiéis, no que se refere à proibição do uso da camisinha. A rapidez com que Lugo reconheceu a paternidade do menino e providenciou a inclusão de seu sobrenome no da criança foi medida louvável que, provavelmente, não conserta toda a extensão dos danos que o fato pode acarretar para sua vida política. Ele, aliás, não incluiu a moça nos reparos que ofereceu ao filho.
Já o pedido de perdão aos católicos, feito pela Igreja, dificilmente atenuará o estrago imenso que o fato acarreta à convicção religiosa dos católicos paraguaios, como se pode inferir de uma indignada declaração de dom Ignacio Gogorza, bispo de Encarnación. Até porque, neste nosso catolicismo ibero-americano, há um conjunto de crenças associadas à sacralidade do padre e à função litúrgica de seu corpo que é facilmente atingido por rupturas como essa. Há nesses casos o rompimento dos liames de sentido que asseguram ao entendimento da sociedade a razão de ser das instituições, como, neste caso, religião e Igreja. O padre Lugo reduziu o sagrado a uma função nominal e meramente simbólica. Coisa que, aliás, ocorre mais do que seria de esperar na tolerância dos leigos que, em nome de um certo vanguardismo social e político, minimizam a consistência do sagrado e, em decorrência, a da religião.
Para muitos a insistência da Igreja na questão do celibato é coisa de quem recusa as conquistas do mundo moderno relativas à liberdade da pessoa. Mas o sagrado tem conteúdo próprio, que se estende aos ritos e comportamentos. É verdade que o celibato não é dogma religioso e sua prática decorre de arraigada tradição que de certo modo é dogma popular para extensas populações de católicos praticantes. Por ser, justamente, da tradição, sob o pálio papal abriga-se orientação discrepante quanto ao celibato, como é o caso das igrejas de rito bizantino. Por outro lado, desde o concílio Vaticano II, a revalorização do diaconato amplia o número dos ministros que não estão sujeitos às limitações do celibato. É verdade que há amplo e significativo movimento de padres casados, presbíteros, que, embora sejam sacerdotes plenos, diversamente do que fez Lugo, renunciaram ao sacerdócio para contrair matrimônio e constituir família. Eles não têm tido a acolhida do Vaticano em sua reivindicação de que, tendo sido consagrados, poderiam exercer o sacerdócio, mesmo sendo pais de família. É uma decisão difícil, mas não impossível.
Mas o dano que não se pode desconsiderar numa análise deste caso é à democracia no Paraguai. A direita paraguaia é a maior beneficiária política do caso do padre Lugo. Num continente como o nosso, a ficção da democracia ficou confinada na teatralidade do processo político, sem efetiva e democrática participação da massa do povo, de muitos modos marginalizada na sua participação política meramente teatral. A rotina excludente do poder só começou a ser rompida com o advento de novos sujeitos políticos atuando a partir de marcos referenciais, valores e concepções extrapolíticos, especialmente a religião. Estamos vendo isso nas últimas décadas no Brasil, na Nicarágua, no Paraguai, em El Salvador. Sem uma base social de motivação religiosa, a nova esquerda latino-americana não teria alterado o cenário político regional e a própria concepção de povo, uma novidade que os partidos democráticos e mesmo os de esquerda tem tido imensa dificuldade para compreender. Se a Igreja nesses países tem sido tolerante com o uso partidário da religião católica, essa tolerância deve ficar abalada a partir do caso Lugo. Não só no Paraguai, mas nos outros países alcançados por essa inflexão política, o caso atinge diretamente a confiança da comunidade católica na catolização da política partidária, o que, no fundo mesmo, é ruim para a democracia praticada nessas circunstâncias anômalas e adversas.
*Professor titular de sociologia da Faculdade de Filosofia da USP e autor, entre outros títulos, de A Aparição do Demônio na Fábrica (Editora 34)
Governo participa do 14º Encontro Nacional da Cultura Maçônicasegunda-feira, maio 20th, 2009
O vice-governador Silval Barbosa participou, na noite dessa sexta-feira (17.04), da abertura do 14º Encontro Nacional da Cultura Maçônica, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá (MT). O evento prossegue neste sábado (18.04) com reuniões, palestras, exposição e lançamento de livros. Até a noite, maçons de todo o Estado debatem as bases que a Maçonaria defende para a evolução da humanidade.
Como explicou o professor Medson Janer, palestrante do tema ‘A Maçonaria e as Políticas Públicas’, desde sua origem, a Maçonaria trabalha na evolução social. “Dentro das Lojas se discute um trabalho social, de que maneira esses formadores de consciência, de políticas públicas, que também estão ocupando cargos e trabalhando em todos os órgãos de desenvolvimento sustentável do nosso Estado e do país, podem contribuir para a construção de uma sociedade melhor”, revelou o maçon.
Há mais de oito anos a Maçonaria é parceira das ações de desenvolvimento do Executivo estadual. Segundo o grão mestre do Grande Oriente do Brasil em Mato Grosso (GOBMT), Júlio Tardin, por isso a importância de trazer a participação do Estado no encontro. A instituição está presente em mais de 50% dos municípios mato-grossenses. “Queremos um Estado forte para que as futuras gerações tenham o conforto que tínhamos a merecer há muitos anos”, completou Tardin, que tem reforçado esse apoio junto às lojas maçônicas.
“A Maçonaria tem sido uma parceira do Governo em todos os aspectos; nas questões de discussões e sugestões, participando ativamente na governabilidade. Todos os momentos falando de Mato Grosso, vendendo a imagem do Estado para outros Estados”, agradeceu o vice-governador Silval Barbosa. O evento conta ainda com a participação de integrantes de outras instituições do país.
Na solenidade, o vice-governador foi saudado pelos maçons que expuseram o currículo dele, destacando sua importância no processo de colonização do Estado, em especial o município de Matupá, e ainda sua contribuição na vida da política estadual. O grão mestre Júlio Tardin saudou às demais autoridades presentes na pessoa da representante da Procuradoria Geral do Estado, a procuradora Maria Magalhães.
Silval Barbosa encerrou a solenidade da noite proferindo a palestra ‘Mato Grosso em tempos atuais e perspectivas’, que apresentou uma síntese da administração da gestão Maggi. Ele voltou a falar das diversas oportunidades que o Estado oferece e que têm ainda a oferecer, do trabalho de desenvolvimento sustentável defendido e aplicado pelo Governo do Estado, os números positivos como exemplo e outras ações, mas, sobretudo, que o governo vem trabalhando na verticalização da produção.
Participaram ainda do evento, representantes dos Poderes Legislativo, Judiciário e outros do Executivo estadual, além das esposas dos maçons.
A origem dos nomes das banda ssegunda-feira, maio 4th, 2009
É interessante parar para pensar de onde surgiram os nomes de certas bandas. Sempre tem uma história curiosa. Pode ter saído de um nome de filme, de uma pessoa, de um lugar em especial ou até por sugestão da gravadora. Vou listar alguns nomes famosos do presente e do passado e sua origem.

The Clash Foi por sugestão do baixista Paul Simonon, que teve a ideia ao ler uma manchete num jornal inglês que tinha em destaque a palavra “Clash”. Antes disso os nomes mais cotados eram The Weak Heartdrops e The Psychotic Negatives, mas no fim optaram por The Clash.


Guns N´Roses Foi uma junção de dois nomes de bandas californianas, a primeira chamava-se LA Guns e a outra Hollywood Rose, cujo vocalista era Axl Rose. O LA Guns era uma banda rival da Hollywood Rose, mas no fim o guitarrista Tracii Guns, do LA Guns, deixou a banda para formar o Guns N`Roses e mais tarde foi substituído por Slash.


The Ting TingsEssa história é engraçada, pois a vocalista Katie White colocou esse nome em homenagem a uma amiga chinesa. Mas qual não foi a surpresa deles ao chegarem no Japão e descobrirem que em japonês Ting Tings signica “penis pequeno”.


Radiohead Até 1991, antes de assinarem com a gravadora EMI, a banda chamava-se On A Friday. Por sugestão da gravadora, mudaram para Radiohead inspirado no álbum “True Stories”, do grupo americano Talking Heads. Apesar de ser uma sugestão da EMI, a banda acabou gostando do nome. Outra banda inglesa dos anos 90 que o nome foi sugerido pela mesma gravadora foi o Blur.


Led Zeppelin Até outubro de 1968, a banda chamava-se The New Yardbirds. O nome veio de um comentário sarcástico feito pelo baterista Keith Moon, do The Who, quando disse que a banda seria um desastre como foi o dirigível Zeppelin. Em inglês, a frase dita por Keith Moon era “That wil go over like a lead Zeppelin”. Os caras da banda acharam engraçada a brincadeira e o empresário Peter Grant adotou o nome Led Zeppelin, simplesmente tirou a letra “a” de “lead” pra evitar que os americanos desavisados pronunciassem “leed zeppelin”.


OasisAntes desse nome a banda de Manchester era conhecida como Rain. Liam Gallagher tirou o nome Oasis de um pôster de uma tour da banda Inspiral Carpets, que ele tinha em seu quarto.Um dos lugares mencionados na tour do Inspiral Carpets era o Oasis Leisure Centre na Cidade de Swindon.


The Rolling Stones Essa é fácil, o nome foi tirado de um blues de Howlin´Wolf chamado
“Rolling Stone”. O guitarrista Keith Richards adorava uma versão feita por Muddy Waters.


ColdplayO nome Coldpaly apareceu de uma doação, isso mesmo, uns amigos da banda que estudavam juntos na UCL na Inglaterra resolveram abdicar desse nome, pois achavam muito depressivo. Antes disso, o Coldplay tentou os nomes Starfish e Stepney Green, mas acabaram aceitando a doação. Interessante é que na mesma época quem também estudava na UCL era o vocalista Tim Rice, do Keane, que foi convidado pra integrar o Coldplay, mas não aceitou.

NirvanaSurgiram várias ideias de nomes como Skid Row, Pen Cap Chew e Ted Ed Fred, mas em 1988 Kurt Cobain decidiu que seria Nirvana, pois o nome sugeria algo belo ao invés de nomes mais punks.
Black SabbathA princípio, o nome da banda era Earth, mas descobriram que já existia uma outra banda com o mesmo nome. Começaram como uma banda heavy/blues, mas gradualmente foram incorporando ocultismo e horror em suas letras e daí veio o nome Black Sabbath, que surgiu inspirado num livro de ocultismo de Dennis Wheatley. O jornal inglês New Musical Express dá uma versão diferente, de que o nome veio de um filme de horror estrelado por Boris Karloff na década de 60. Outro recente que emprestou seu nome de um filme de horror foi o novaiorquino Vampire Weekend.
Kaiser ChiefsNa Africa do Sul existe um time de futebol chamado Kaizer Chiefs ( com “z”). Nele jogou Lucas Radebe do Leeds United. O Kaizer Chiefs é o time africano com maior número de torcedores, mais de 16 milhões.
RamonesEssa também é interessante, o sobrenome Ramone era usado pelo Beatle Paul McCartney para se despistar das fãs nos hotéis por onde eles se hospedavam.



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