Igreja Evangelica Jesus Cristo é o Senhor

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A VITORIA E O PODER DO SENHOR

O PODER DO SENHOR QUE FLUIO NA CIDADE DE APUAREMA NU CULTO CHEIO DE BENÇÃO E PODER DO SENHOR jESUS cRISTO NA SEDE REGIONAL DA IGREJA EVANGELICA JESUS CRISTO E O SENHOR ONDE NA O PORTUNIDADE O PASTOR PRESIDENTE REGIONAL PASTOR MISSIONARIO MECHÓ ALVES DA SILVA JUNTAMENTE COM A MISSIONARIA MARINALVA ALMEIDA PEREIRA E A DIACONOZA ANTONIA DE JESUS E O DIACONO VALDIR DE JESUS RECEBERAM COM FESTA O PASTOR PRESIDENTE NACIONAL DO MINISTERIO O PASTOR JOSECARLOS MARQUES DOS SANTOS QUE EM UMA SOLENIDADE ABRIRAM COM UM CULTO FESTIVO E O PODER DO SENHOR FOI MANIFESTADO






DIACONO VALDIR LOUVANDO A DEUS.


VOCE PODE CONTRATAR A DUPLA DE LEVITAS VOZES BENDITAS PELO TEL: (073) 3276-1142 FALAR COM VALDIR OU ANTONIA.





NA TRIBUNA ESTA O PASTOR PRESIDENTE NACIONAL DO MINISTERIO JOSE CARLOS MARQUES DOS SANTOS E O PASTOR PRESIDENTE REGIONAL DO CAMPO DA CIDADE DE APUAREMA NA BAHIA








GRUPO DE CRIANÇAS CORDEIRINHOS DE CRISTO A IRMANZINHA VANESA









O PASTOR MECHO MINISTRANDO A PALAVRA DE DEUS.











A VICE PRESIDENTE DO MINISTERIO NA CIDADE DE APUAREMA IRMA MARINALVA ESPOSA DO PASTOR MISSIONARIO MECHO ALVES DA SILVA

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Como a OMS distorceu dados da mortalidade maternal para avançar a agenda do aborto



WASHINGTON — Num relatório anual recentemente divulgado sobre a condição da saúde mundial, a Organização Mundial de Saúde (OMS) apresenta estatísticas que enganosamente parecem colocar a mortalidade materna em pé de igualdade com outras doenças assassinas mundiais como a malaria e o HIV/AIDS. Essa nova abordagem contradiz outros relatórios da OMS em que a mortalidade materna nem mesmo chega entre as dez principais doenças que mais matam no mundo, ficando na posição de certo modo mais baixa do que as fatalidades de acidentes de carro.
A confusão surge primeiro na segunda tabela do relatório, que fornece dados sobre a mortalidade devido a causas maternas, o HIV/AIDS, a malaria, a tuberculose, as doenças cardiovasculares, o câncer e os ferimentos. Todas essas causas de morte, exceto a mortalidade materna, estão entre as dez principais causas de morte mundial. Mas a mesma tabela de estatísticas mostra a mortalidade materna, como se fosse comparável aos outros.
Ainda mais confusa para o leitor casual é que as estatísticas na tabela de mortalidade materna realmente parecem ser uma causa maior do que as outras. A tabela mostra que a mortalidade materna tem um “índice de mortalidade” de 400 enquanto as doenças do coração, consideradas a causa número um de mortes no mundo inteiro, têm um índice de mortalidade de 301. Embora a própria OMS diga que a mortalidade materna mate 536.000 por ano e as doenças do coração matem 7,2 milhões, essa aparente paridade é alcançada quando os números de mortalidade materna são mostrados como um número variável de nascimentos vivos totais enquanto os outros são mostrados como um número variável da população total — uma mistura de maçãs e laranjas.
Os críticos acusam que o relatório é parte de uma contínua campanha das agências da Organização das Nações Unidas (ONU) e da OMS de exagerar a incidência real da mortalidade materna com o propósito de promover o aborto.
Um boletim da OMS de 2005 admitiu que relativamente poucos países fornecem dados confiáveis e completos sobre a mortalidade ou causa de morte. Aliás, dos 46 países africanos, que supostamente representam cerca de 50% das mortes maternas, só um país tinha dados completos disponíveis. Ainda assim, a OMS rotineiramente declara que cerca de meio milhão de mulheres morrem anualmente de “causas maternas” nos países em desenvolvimento, independente do fato de que os dados disponíveis dos países em desenvolvimento sobre esse assunto são inconfiáveis, com “margens de incerteza elevada”. A Divisão de População da ONU, o escritório oficial da ONU que lida com estatísticas, se recusa a usar o número de 500.000 precisamente porque não dá para confirmá-lo.
A ONU e suas agências firmemente propõem o aborto e a contracepção, sob o eufemismo de “planejamento familiar”, como o melhor jeito de resolver o problema exagerado da mortalidade materna. A declaração conjunta de 1999 disponibilizada pelo Banco Mundial, FNUAP, UNICEF e OMS reiterou a importância de reduzir a mortalidade materna por meio de “três áreas chaves para ação”: “capacitar as mulheres a fazer escolhas em suas vidas reprodutivas”, melhorar o “acesso para e qualidade de serviços de saúde materna” e “garantir acesso para informações e serviços de planejamento familiar”.
A conferência “Mulheres Dão a Luz” de 2007 patrocinada pela ONU também defendeu o que a Dra. Susan Yoshihara denominou de mentalidade “aborto primeiro” para melhorar a saúde materna. Isso subestima métodos comprovados de reduzir a mortalidade materna associada ao parto por meio do acesso a enfermeiras de parto especializadas e assistência obstétrica de emergência.
Traduzido por Julio Severo

Autismo em crianças pode estar ligado a células de bebês abortados na produção de vacinas infantis, afirma grupo



O aumento nos índices de autismo regressivo nas crianças dos EUA e da Inglaterra pode estar historicamente associado com o fato de que as empresas farmacêuticas deixaram de usar células animais na produção de vacinas para usarem células de bebês humanos abortados, um grupo está afirmando.
“Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso”, diz a Dra. Theresa Deisher, presidente de Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI).
SCPI, um grupo de educa o público acerca do uso de materiais de bebês humanos abortados usados na produção de drogas farmacêuticas, alerta que as vacinas tríplices (sarampo caxumba e rubéola) introduzidas nos EUA e na Inglaterra em 1979 e 1988 respectivamente, foram produzidas usando células de bebês abortados, enquanto as versões anteriores eram feitas usando somente células animais. Essa troca coincide com o que o SCPI diz são aumentos “dramáticos” nos índices de autismo regressivo nas crianças, em que o desenvolvimento social e verbal de uma criança sofre uma parada.
O alerta veio em resposta à recomendação em junho feita pela Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) do Ministério da Saúde dos EUA para a realização de mais estudos sobre a segurança das vacinas com relação ao autismo. Alguns pais preocupados de filhos com autismo sustentam que há uma ligação entre vacinações infantis e autismo.
Apesar das garantias das agências de saúde e da classe científica contestando isso, um número crescente de pais está optando por não participar das campanhas governamentais de vacinação. Isso levou a Vigilância Sanitária dos EUA a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Um relatório da CCNV recomendou mais estudos sobre o potencial das vacinas para contribuir com o autismo regressivo nas crianças.
O SCPI aponta para estudos que mostram um fator ambiental, “um gatilho”, que provoca a doença. Mas embora os cientistas tenham apontado para a presença do mercúrio nas vacinas tríplices, o SCPI diz que o autismo continuou a crescer depois que o mercúrio foi removido.
“As primeiras vacinas produzidas usando células de bebês abortados, tais como a MMRII, nem mesmo informam aos consumidores que DNA de bebês abortados é injetado em cada vacina”, o SCPI disse numa nota à imprensa. Vacinas introduzidas mais recentemente, diz o grupo, informam aos consumidores que elas contêm contaminação de DNA de “células diplóides humanas”, mas não dizem que essas células são de um bebê humano abortado.
“A segurança de injetar em nossos filhos DNA de bebês abortados vem sendo debatida há 40 anos, mas nunca foi estudada”, disse o SCPI.
Traduzido por Julio Severo

Pastor é transferido de detenção sem o conhecimento da família



CHINA - No dia 29 de junho, o pastor Dou Shaowen foi transferido secretamente para o centro de reeducação através do trabalho na cidade de Zhengzhou, Henan. As autoridades ainda não informaram sua família sobre a transferência. Atualmente, o pastor cumpre a pena de um ano por “se envolver em atividades ilegais” por causa de sua liderança da Rock Church (Panshi).
Entenda o caso
O pastor Dou foi preso em 14 de junho, quando os oficiais do governo invadiram e lacraram a igreja. A polícia prendeu o pastor, sua esposa e mais cinco membros. O casal recebeu a sentença de um ano de trabalho em campos e os outros cinco foram condenados a 15 dias de detenção e uma multa de 500 iuans.
Dou Shaowen ficou preso no Centro de Detenção Jinshui Branch até 25 de junho, mas foi transferido durante a tarde para o centro de trabalho Baimiao. Fontes afirmam que “ele foi tratado de forma desumana. Quando tentou conversar com os policiais, foi forçado a se ajoelhar. Ele trabalhou durante 18 horas por dia e dormia com mais de 70 pessoas no mesmo cômodo. Devido à temperatura elevada e condições precárias de higiene, alguns prisioneiros estão com eczemas, herpes e outras doenças de pele. Eles quase não recebem alimentos”.
No dia 29 de junho, o pastor foi transferido para outro centro, onde as condições são ainda piores.
Quando Feng Lu, esposa do pastor, foi visitá-lo no centro de trabalhos, avisaram que ela poderia vê-lo por um mês e não foi informada sobre a transferência do marido.
O templo da Igreja Rock ainda está lacrado, e a polícia se recusa a devolver os bens confiscados na invasão de 14 de junho.
“Esperamos que o governo possa fazer justiça, declarar nossa inocência e cancelar as penas do pastor Dou e sua esposa. Que as autoridades protejam a vida normal dos cristãos, condenem as pessoas que cometem crimes e peçam desculpas a todos os cristãos.”

Comunidade cristã sofre ameaças no Paquistão



PAQUISTÃO - “Sabemos que vocês são cristãos, nós os convidamos a deixarem esta região, a se converterem ao Islã e a pagarem um milhão e meio de rupias ou serão atingidos por um atentado suicida.” Este é o conteúdo de uma carta enviada ao centro multimídia administrado pelo Departamento de Comunicação da Conferência Episcopal do Paquistão, Rabita Manzil.
Segundo o jornal vaticano, L”Osservatore Romano, os talibãs retomaram uma maciça campanha de intimidação contra as minorias religiosas do país. As ameaças também foram enviadas à Catedral da cidade de Lahore e a associações e escolas católicas.
Algumas denominações cristãs se organizaram para sensibilizar a sociedade sobre o perigo do extremismo religioso, e convocaram para o dia 16 de agosto uma Jornada de justiça social.
Além disso, as comunidades cristãs pedem ao governo uma reforma estrutural, seja em nível legislativo, seja político, para evitar que as violações contra as minorias religiosas se expandam com o passar do tempo.
Por sua vez, o secretário-executivo da Comissão Justiça e Paz da Igreja paquistanesa, Peter Jacob, afirmou à agência Asianews que “a situação é delicada e é evidente um clima de tensão”, mas destacou também a vontade de “continuar o trabalho pelo bem do país e das pessoas”.
Peter Jacob confirma as ameaças de sequestro com fins de extorsão, uma situação que preocupa, mas que não os impede de prosseguirem o trabalho. Ele reiterou a importância de organizações empenhadas na assistência aos refugiados do vale de Swat e no distrito de Malakand, aos quais fornecem alimentos e gêneros de primeira necessidade.

Cristãos refugiados podem não receber ajuda do governo



PAQUISTÃO - Cristãos refugiados em Swat Valley e em Malakand não estão recebendo a ajuda prometida pelo governo.
No dia 13 de julho, Islamabad iniciou os procedimentos para a volta das pessoas desalojadas. O primeiro-ministro Yousaf Raza Gilan disse que as operações do exército conseguiram remover o talibã de lugares como Bonier, Dir, Swat Valley e muitas outras regiões de Malakand. Diversas áreas no nordeste do país – próximo à fronteira com o Afeganistão – estão seguras e os refugiados podem voltar para casa.
Para encorajar a volta à normalidade, o governo decidiu dar 25 mil rúpias (cerca de 230 euros) como compensação para as famílias afetadas pela guerra entre o exército e o talibã. A primeira operação para o repatriamento de refugiados começou nos campos em Mardan, com a entrega da quantia como incentivo para a reconstrução das casas.
Uma reportagem aponta que não há muitos cristãos refugiados nos campos do governo. Somente 60 famílias estão registradas em um centro cristão em Mardan, criado e mantido pela Igreja no Paquistão. No entanto, os “milhares de cristãos” que estão morando com parentes e amigos no norte do país e em Punjab correm o risco de não receberem nenhuma compensação.

Muçulmanos protestam contra construção de igreja



INDONÉSIA - Membros de diversas organizações muçulmanas se reuniram para protestar contra a construção de um templo para a igreja protestante Huria Kristen Batak (HKBP em inglês), no sul da província de Sumatra.
O fórum muçulmano de Sumatra organizou a manifestação. Carregando uma cópia do decreto emitido em maio de 2009, que ordenava a interrupção da construção, os manifestantes se reuniram ao redor do terreno, fizeram discursos e destruíram uma ponte que conduzia até o local antes de solicitar que o governo cumprisse o decreto e interrompesse a construção.
Um porta-voz do fórum, Umar, disse que o grupo se baseava nos argumentos de que a Igreja não tinha uma permissão do Fórum de Harmonia Interreligiosa para realizar a construção, documento exigido pela junta ministerial, que controla o estabelecimento de lugares de culto.
Umar alegou que como existem poucos cristãos na área, não há necessidade de um templo.
Syairozi, diretor do fórum, confirmou que seu grupo não deu permissão para que a HKBP construísse um templo na área.
O principal deputado de Palembang, Haji Rom Herton, emitiu o decreto em maio ordenando que a construção fosse interrompida por falta de documentação.
Confrontando a burocracia
A igreja HKBP Plaju, aberta em 1961, agora cultua em conjunto com outras duas congregações em um prédio que pertence a uma empresa do governo. Há muitos anos, a HKBP comprou um terreno em Palembang, mas por causa da oposição de moradores da região, não conseguiram obter a permissão.
Essa e outras igrejas passaram por grandes dificuldades, pois é há muita burocracia para se conseguir uma permissão para as igrejas, o que não deixa escolha para as congregações, a não ser cultuar nos lares, hotéis ou locais de conferência alugados.
Tais reuniões fazem com que as igrejas fiquem frágeis a ameaças de grupos como o Front Pembela Islam, responsáveis pelo fechamento de muitas igrejas nos últimos anos.