
(Por Alex Bush) - GENEBRA, Suíça - Um novo relatório da ONU intitulado “15 anos do Inspetor Especial das Nações Unidas sobre Violência contra as Mulheres, suas causas e consequências (1994-2009) — Uma análise crítica” declara que “as sanções criminais contra todas as formas de abortos e contracepção” impostas pelo Estado constituem um ato de violência contra as mulheres.
“Tais políticas e medidas estatais violam a liberdade, segurança e vida das mulheres”, diz o relatório.
O relatório argumenta que se um Estado não fornece prontamente a contracepção ou “serviços de planejamento familiar” para as mulheres, então está cometendo um ato indireto de violência contra as mulheres porque não está reconhecendo, ou capacitando, “a autonomia sexual das mulheres”.
A Society for the Protection of Unborn Children (Sociedade para a Proteção das Crianças em Gestação), do Reino Unido, respondeu ao relatório, chamando-o de um “relatório extremamente pró-aborto e antifamília”.
Pat Buckley da Society for the Protection of Unborn Children (SPUC) disse para o Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDHONU), para quem foi entregue o relatório, que “independente do que diz o relatório, não há e nunca poderá haver um direito humano ao aborto”.
“A idéia de tentar criar um direito de exterminar a vida dos seres humanos mais vulneráveis, despedaçando-os do ventre de suas mães, é aliás a própria essência da violência contra as mulheres e seus bebês”.
SPUC está pedindo aos “representantes governamentais que estudem o relatório cuidadosamente, pois parece conter muitas afirmações inaceitáveis e preocupantes contra o valor da vida humana, a condição da família e a dignidade das mulheres”.
O relatório ainda tem de ser aprovado pelo CDHONU, que está em reuniões até 19 de junho, quando decidirá se ou não adotar o relatório.
“Tais políticas e medidas estatais violam a liberdade, segurança e vida das mulheres”, diz o relatório.
O relatório argumenta que se um Estado não fornece prontamente a contracepção ou “serviços de planejamento familiar” para as mulheres, então está cometendo um ato indireto de violência contra as mulheres porque não está reconhecendo, ou capacitando, “a autonomia sexual das mulheres”.
A Society for the Protection of Unborn Children (Sociedade para a Proteção das Crianças em Gestação), do Reino Unido, respondeu ao relatório, chamando-o de um “relatório extremamente pró-aborto e antifamília”.
Pat Buckley da Society for the Protection of Unborn Children (SPUC) disse para o Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDHONU), para quem foi entregue o relatório, que “independente do que diz o relatório, não há e nunca poderá haver um direito humano ao aborto”.
“A idéia de tentar criar um direito de exterminar a vida dos seres humanos mais vulneráveis, despedaçando-os do ventre de suas mães, é aliás a própria essência da violência contra as mulheres e seus bebês”.
SPUC está pedindo aos “representantes governamentais que estudem o relatório cuidadosamente, pois parece conter muitas afirmações inaceitáveis e preocupantes contra o valor da vida humana, a condição da família e a dignidade das mulheres”.
O relatório ainda tem de ser aprovado pelo CDHONU, que está em reuniões até 19 de junho, quando decidirá se ou não adotar o relatório.
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