Igreja Evangelica Jesus Cristo é o Senhor: Julho 2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Saúde

OMS forma comitê de emergência para preparar o mundo contra o MERS

Pesquisa publicada pelo Instituto Pasteur, mostra que o vírus, mutante, pode significar ameaça maior do que a esperada.

 Imagem do Middle East Respiratory Syndrome (MERS), conhecido como Coronavírus do Oriente Médio
A Organização Mundial de Saúde está formando um comitê de emergência com especialistas internacionais como uma forma de se preparar para um possível agravamento do Middle East Respiratory Syndrome (MERS), conhecido como Coronavírus do Oriente Médio.
O especialista da OMS, Keiji Fukuda, afirmou que não há atualmente nenhuma emergência ou pandemia, mas que é necessário estarem preparados para qualquer eventualidade.
Pesquisa
A análise de 55 casos de MERS foi publicada na Lancet, nesta sexta-feira (5), e indica que o vírus, mutante, pode se tornar uma ameaça muito maior do que esperado.
Até agora, foram registrados 77 casos com 41 mortes. A maioria das infecções vêm de uma fonte animal não identificada, mas já houve casos de contaminação entre pessoas.
O estudo, realizado por equipes do Instituto Pasteur, em Paris, chegou a um " valor básico de reprodução" (número médio de pessoas sob risco para cada paciente infectado) de 0,69. Assim, para cada 3 pacientes infectados, duas pessoas saudáveis estariam em risco.
" Nos preocupamos em não causar pânico. Mas este é o momento perfeito para identificar o animal hospedeiro e pará-lo, " alerta Arnaud Fontanet, um dos responsáveis pelo estudo.
Na comparação com o vírus da Sars, que assolou o mundo em 2002, os pesquisadores afirmam que " a adaptação da Sars para seres humanos levou apenas alguns meses, o MERS está circulando há mais de um ano entre humanos sem se transformar em uma forma pandêmica,"


Teste de urina pode prever a rejeição em transplantes renais

O novo teste oferece uma alternativa precisa e não invasiva à biópsia renal, podendo ser realizado rotineiramente

 
tamanho da letra
A-
A+
A análise de três marcadores na urina de pacientes transplantados renais pode prever a rejeição do transplante, de acordo com resultados de um ensaio clínico desenvolvido pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID), dos EUA.
Este teste de biomarcadores (moléculas que indicam o progresso de uma doença) oferece uma alternativa precisa e não invasiva à biopsia renal normal, na qual os médicos precisam remover um pequeno pedaço de tecido do rim para avaliar as possibilidades de rejeição.
"O desenvolvimento de um teste não invasivo para monitorar o status de rejeição do transplante renal é um importante avanço que permitirá que os médicos possam intervir precocemente para evitar a rejeição ou lesão órgão, o que deve melhorar os resultados a longo prazo para os receptores de transplante", disse o diretor do NIAID, Anthony S. Fauci.
Após um transplante renal, os pacientes recebem terapia para evitar que seus sistemas imunológicos rejeitem o órgão. Mesmo com a terapia imunossupressora, aproximadamente 10 a 15% dos pacientes passam pelo processo de rejeição do rim no período de um ano após o transplante.
" Atualmente, uma biópsia é realizada somente se o paciente apresenta sinais de lesão renal. Embora o procedimento raramente cause complicações graves, ele carrega alguns riscos, como sangramento e dor. Além disso, amostras de biópsia, por vezes, não dão aos médicos uma noção exata do estado geral do rim, porque as amostras são pequenas e não podem conter qualquer tecido lesionado," afirmam os pesquisadores.
"Este novo teste pode permitir que os médicos monitorem com mais precisão e rotineiramente os transplantados renais", disse Daniel Rotrosen, diretor da Divisão de Alergia, Imunologia e Transplante do NIAID. "Ao rastrear as condições de rejeição de um paciente ao longo do tempo, os médicos podem ser capazes de modular as doses de imunossupressores para prolongar a sobrevivência do rim transplantado."
O estudo
"No estudo, pesquisadores coletaram amostras de urina de 485 pacientes transplantados renais, com períodos de três dias a um ano após o transplante. A análise estatística revelou que um grupo de três biomarcadores urinários formou uma assinatura de diagnóstico que poderia distinguir transplantados renais com rejeição confirmada por biópsia daqueles cuja biópsia não mostrou sinais de rejeição ou que não foram submetidos a uma biópsia.
Os biomarcadores incluem duas moléculas de RNA mensageiro que codificam proteínas do sistema imunológico implicados na rejeição de transplantes e uma molécula de ARN não codificante que participa na produção da proteína. Os investigadores utilizaram a assinatura para atribuir valores para cada amostra de urina e identificar um valor médio, indicativo de rejeição. Com este teste, podem detectar a rejeição de transplantes com um nível elevado de precisão.
Para determinar se o teste de urina pode também predizer rejeição no futuro, os cientistas analisaram as tendências da assinatura de diagnóstico em amostras de urina colhidas nas semanas antes de um episódio de rejeição. Os valores para pacientes que sofreram rejeição aumentou lenta mas firmemente nos dias que antecederam o evento, com uma característica de um aumento mais intenso cerca de 20 dias antes da biópsia que confirmou a rejeição. Em contraste, os valores para os pacientes que não apresentavam quaisquer sinais clínicos de rejeição se mantiveram relativamente constantes e abaixo dos limites propostos.


Senado aprova atendimento imediato a vítima de violência sexual

Projeto aprovado determina que médicos e policiais atuem em conjunto

O Senado aprovou nesta quinta-feira (4) projeto que assegura atendimento e tratamento imediato nos hospitais do SUS (Sistema Único de Saúde) a vítimas de violência sexual. De acordo com o texto, que agora segue para sanção da presidente Dilma Rousseff, as unidades de saúde públicas ou conveniadas ao SUS precisam oferecer atendimento "emergencial, integral e multidisciplinar" quando ocorrer "qualquer forma de atividade sexual não consentida".

A partir da sanção presidencial, a futura lei ainda levará 90 dias para entrar em vigor. Segundo a norma, os hospitais precisam oferecer medidas de precaução de gravidez, incluindo aí a distribuição da chamada pílula do dia seguinte, quando for o caso. A atuação preventiva dos médicos também se estende a doenças sexualmente transmissíveis. Lesões também deverão receber tratamento da unidade de saúde.

O projeto aprovado determina que médicos e policiais atuem em conjunto. Uma das possibilidades seria a coleta de material genético para que serviços de perícia consigam identificar o agressor via exame de DNA. A medida já é adotada e regulada por um protocolo do SUS, com a aprovação do texto pelo Senado a prática torna-se lei. O atendimento é gratuito.
SUS dará vacina de R$ 1.000 contra HPV a meninas de 10 e 11 anos

Vítima

O projeto não restringe a garantia de atendimento a mulheres, mas estende esse direito a todas as possíveis vítimas de violência sexual, como homossexuais, transexuais, travestis. O texto também não faz restrição de idade ou gênero.

Segundo o senador Wellington Dias (PT-PI), a falta de uma legislação disciplinando a matéria dificultava o trabalho da polícia, uma vez que não seria tão comum a prática de coletar o material genético para auxiliar na identificação do agressor.




 

bama multa em R$ 15 mi usina de ex-empresa de Eike Batista

Companhia de energia foi punida por poluição sonora no Ceará

Não bastassem as perdas na Bolsa de Valores, Eike Batista continua deixando perdas por onde passa. A MPX, ex-companhia do empresário, terá que pagar uma multa de R$ 15,5 milhões imposta pelo Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

A multa é para a Energia Pecém, uma termelétrica da MPX no Ceará, por poluição sonora causada por uma correia transportadora de carvão mineral. A multa do Ibama advém de ação do Ministério Público Federal, que apresentou laudos que também indicam poluição atmosférica. O procurador Alessander Sales acredita que a empresa de Eike Batista deva sofrer mais penalidades.
Ex-empresa de Eike é multada em R$ 15 mi
— O que o Ibama aplicou até agora foi multa por poluição sonora, mas tem a poluição atmosférica a partir da fuga de partículas do carvão mineral.

Em nota, a Energia Pecém destaca que apresentou defesa, questionando a legalidade da autuação. A nota informa que a empresa comprometeu-se perante a Superintendência do Meio Ambiente do Ceará a comunicar previamente sobre as atividades de descarregamento e transporte de carvão mineral, além de apresentar análises adicionais referentes ao desempenho ambiental do equipamento.

O comunicado reitera ainda que a empresa possui "como premissa atuar com transparência perante a sociedade, em diálogo com os órgãos de fiscalização e as comunidades no entorno do seu empreendimento". A Usina Termelétrica Energia Pecém recebeu a autorização da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para iniciar a operação comercial de sua segunda unidade geradora, com capacidade instalada de 360 MW.

A primeira unidade geradora, com capacidade instalada de 360 MW, tinha sido autorizada pela Aneel em 1º de dezembro de 2012. Localizada em São Gonçalo do Amarante, a 60 quilômetros de Fortaleza, a usina tem capacidade total de 720 MW, o que equivale à metade do parque gerador de energia do Estado, de 1.396 MW, de acordo com o Anuário 2011 da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).

Etanol

Produção de etanol no Brasil crescerá 13,7%

Nesse cenário, as exportações brasileiras de açúcar devem cair 0,7%
A OIA (Organização Internacional do Açúcar) prevê que a produção de etanol crescerá a um ritmo bem superior à produção de açúcar no Brasil nos próximos anos. Estimativa divulgada nesta sexta-feira pelo economista-sênior da entidade, Leonardo Bichara Rocha, mostra que a produção do combustível renovável deve crescer 13,7% na safra 2013/14 de cana-de-açúcar, em fase de colheita, e 7,1% no período de 2014/15.

O ritmo é bem mais intenso que a previsão de aumento da produção de pouco mais de 2% para o açúcar no Brasil.
Produção de etanol no Brasil crescerá 13,7%
Segundo estimativa apresentada pela OIA, a produção brasileira de etanol deve crescer dos 23,4 bilhões de litros observados na safra 2012/13 para volume de 26,6 bilhões de litros na safra 2013/14. O número mostra aumento de quase 14% em apenas uma safra.

A tendência de aumento continua no período seguinte, quando a produção de etanol deve alcançar 28,5 bilhões de litros no período de 2014/15. Com essa reação, a produção brasileira deve voltar ao nível observado em 2010, quando foram produzidos 28 bilhões de litros do combustível.
O ritmo do aumento da produção de açúcar será mais lenta. Bichara Rocha prevê 41 milhões de toneladas em 2013/14, valor 2,5% maior que o observado na safra anterior. Para o período seguinte, o ritmo de expansão da produção seguirá praticamente o mesmo e a produção de açúcar deve atingir 42 milhões de toneladas em 2014/15, com crescimento de 2,4%.
— Vemos um aumento gradual da produção de açúcar no Brasil até 2014/15, quando a produção deve atingir 42 milhões de toneladas. Esse montante inclui a produção do Centro-Sul e do Nordeste do País. Mas o que é mais interessante no cenário é a grande recuperação da produção de etanol. Projetamos aumento da produção para 28,5 bilhões de litros na safra de 2014/15.
Nesse cenário, as exportações brasileiras de açúcar devem cair 0,7% no total embarcado da safra 2013/14, para 28 milhões de toneladas. Para 2014/15, há expectativa de recuperação, com 29 milhões de toneladas exportadas.

Rede de supermercados seleciona 150 trabalhadores no Rio de Janeiro

Economia
Supermercado abre 150 oportunidades

Rede de supermercados seleciona 150 trabalhadores no Rio de Janeiro

Além do salário, a empresa oferece assistência médica, refeição no local e vale-transporte


 A rede de supermercados SuperPrix seleciona trabalhadores para 150 vagas de emprego nas unidades da Penha, Engenho Novo, Estácio, Tijuca, Grajaú, Maracanã, Méier, Riachuelo e Icaraí.

Os trabalhadores devem ter mais de 18 anos e ensino fundamental completo para se candidatar. Além do salário, a empresa oferece assistência médica ambulatorial, refeição no local e vale-transporte.

Entre os cargos estão açougueiro, padeiro, encarregado de padaria, confeiteiro, fiscal de salão, operador de caixa, entregador, auxiliar de serviços gerais, repositor, balconista de hortifrúti e balconista de laticínios.

A jornada de trabalho é de oito horas diárias com uma folga semanal. Os interessados nas vagas têm três opções: devem enviar o currículo para rh@superprix.com.br, entregá-lo ao gerente de uma das lojas ou ainda apresentar-se em horário comercial

Mantega anuncia cortes de R$ 15 bilhões nas despesas do governo

Cortes ocorrerão em viagens, material permanente, serviço de terceiros e aluguéis
 Mantega anuncia cortes de R$ 15 bilhões

Cortes de até R$ 15 bilhões, envolvendo principalmente despesas de custeio, serão anunciados na próxima semana, conforme antecipou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista ao programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, nesta sexta-feira (5).  A redução de gastos é para alcançar a meta fiscal, de 2,3% do PIB (Produto Interno Bruto).
—  Não haverá cortes em investimento nem nos serviços sociais do governo.

Segundo ele, os cortes ocorrerão em viagens e passagens, material permanente, serviço de terceiros e aluguéis.

Hoje, pela manhã, ao chegar ao Ministério da Fazenda, Mantega não quis falar aos jornalistas sobre o assunto.

De acordo com o ministro, o governo acompanhará o impacto dos cortes ao longo do ano. Se houver necessidade, novos cortes — mas não aumento de impostos ?— serão feitos.

— O importante é cumprir a meta de 2,3%, e ela será obtida a qualquer custo.

A meta fiscal corresponde ao pagamento de juros da dívida pública, valor que compensa a perda de arrecadação com a redução de impostos ao longo do ano. O superávit primário é, portanto, a soma das receitas e despesas do governo, descontados os gastos com pagamento de juros.

Lei garantirá isenção de taxa para retirada de 2ª via de documentos

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou na sessão desta quarta-feira, última do semestre, o Projeto de Lei de autoria do deputado Francisco Gualberto (PT) que trata da isenção de pagamento de taxas para emissão da 2ª via de carteira de identidade, carteira nacional de habilitação e certificado de registro e licenciamento de veículos. Após sancionada pelo governo do Estado, a lei irá garantir às vitimas de furto ou roubo em Sergipe a isenção do pagamento de 2ª via dos documentos.
"A lei terá uma importância social significativa. Toda vez que o cidadão é roubado ou furtado, o castigo é duplo ou triplo. Além do constrangimento e da angústia pelo acontecimento, existem os custos para retirada de segunda via, e o tempo perdido para retirar novos documentos", disse o deputado, aproveitando a ocasião para fazer um agradecimento à Mesa Diretora da Casa por ter colocado o projeto na pauta do dia, como também aos membros da Comissão de Constituição e Justiça e demais comissões que apreciaram e aprovaram o referido projeto.
"Esse projeto diminui os constrangimentos e injustas", afirma. "Porque mesmo sendo roubado, o Estado continua exigindo do cidadão os documentos para que ele continue transitando na sociedade", explica Gualberto, lembrando que a emissão dos documentos citados na lei (RG, CNH e CRLV) é de responsabilidade do Estado.
A lei diz que o pedido de isenção deve ser acompanhado do registro de ocorrência lavrado por autoridade policial competente. Diz também que a 2ª via do documento furtado ou roubado deve ser requerida no prazo máximo de 90 dias após a ocorrência do fato. Outro detalhe da lei é que "a falsa comunicação dos crimes de furto ou roubo acarretará as sanções previstas no Código Penal Brasileiro".
Lei semelhante já funciona no Estado do Rio de Janeiro desde 1998 e em Rondônia desde 2011. "Fico contente por ter sido o autor, mas a partir de sua aprovação por unanimidade, o projeto passa a ser de responsabilidade de toda a Casa", garante Francisco Gualberto.

Cidade-fantasma do século 19

Cidade-fantasma do século 19 transformava pobres em ricos da noite para o dia. Conheça

Bannack atraiu milhares de garimpeiros durante a “Corrida do Ouro” nos Estados Unidos
AnteriorPróxima
Em meados do século 19, a cidade de Bannack, nos Estados Unidos, atraiu milhares de garimpeiros durante a “Corrida do Ouro”, provocada pela descoberta de jazidas do precioso metal na região oeste do país.

No auge da corrida, que poderia transformar um homem pobre em um milionário da noite para o dia, mais de 10 mil garimpeiros viveram na cidade. Hoje, as ruas de Bannack estão vazias e os prédios, abandonados.

A seguir, veja imagens da cidade que se tornou fantasmagórica após a escassez do ouro

Snowden permanece em Moscou à espera de um país que conceda asilo


O ex-consultor Edward Snowden, que prestava serviços para a Agência de Segurança Nacional (NSA) americana, permanece bloqueado na zona de trânsito do aeroporto de Moscou à espera da concessão de asilo político por algum país.
A situação de Snowden, procurado pelos Estados Unidos por espionagem, continua inalterada, seis dias depois de ter enviado pedidos de asilo a 21 países e quase duas semanas depois de chegar à Rússia.
França e Itália anunciaram na quinta-feira (4) que não concederão asilo, assim como Alemanha, Brasil, Noruega, Índia, Polônia, Islândia, Áustria, Finlândia, Holanda e Espanha.
Caso Snowden abala "lua de mel" entre Estados Unidos e América Latina
Ao mesmo tempo, a diplomacia russa indicou nesta sexta-feira (5) que não pretende fazer mais comentários sobre o caso cada vez mais embaraçoso.
Na quinta-feira, o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Riabkov, afirmou que Moscou não pode influenciar a situação de Snowden, que desistiu de pedir asilo a Moscou depois que o presidente Vladimir Putin exigiu o fim da revelações que "prejudicam" os Estados Unidos.
O técnico de informática, que revelou a existência de um programa americano de espionagem em grande escala, provocou outra grande crise, desta vez diplomática, durante a semana.
O avião do presidente boliviano Evo Morales, que retornava a La Paz após uma visita a Moscou - onde se declarou disposto a analisar um pedido de asilo de Snowden - teve que fazer uma escala de 13 horas em Viena, depois que vários países europeus fecharam o espaço aéreo pela suspeita de que Snowden estava na aeronave.
O incidente provocou uma importante crise diplomática entre Europa e América Latina, que manifestou solidariedade em bloco a Morales.

"Pensei que fosse morrer", conta idosa que teve carro engolido por buraco




A diretora de uma escola primária que teve seu carro engolido por um buraco de 4,5 m pensou que fosse morrer. Pamela Knox, de 60 anos, estava dirigindo por uma rua da cidade de Toledo, no Estado americano de Ohio, na manhã de quinta-feira (4), quando sofreu o acidente

Presidente do Parlamento europeu diz que tratamento dado ao presidente da Bolívia foi "ridículo"

O avião do presidente boliviano, Evo Morales (direita) não pôde entrar no espaço aéreo de alguns países europeus pela suspeita de que a bordo estava o ex-técnico da CIA Edward Snowden, procurado pelos EUA REUTERS/David Mercado
O presidente do Parlamento Europeu (PE), Martin Schulz, afirmou nesta sexta-feira (5) que o tratamento dado ao chefe de Estado da Bolívia, Evo Morales, cujo avião esteve retido em Viena por mais de 13 horas, "foi ridículo e inaceitável".
Schulz, que discursou hoje em Madri no Fórum Nova Economia, afirmou que seria preciso "comprovar, quem deu as ordens" para uma ação desse tipo e advertiu que os europeus "não podem deixar de respeitar as regras do direito internacional".
O avião do presidente boliviano, Evo Morales, que retornava na terça-feira (2) da Rússia para a Bolívia, não pôde entrar no espaço aéreo de alguns países europeus pela suspeita de que a bordo estava o ex-técnico da CIA Edward Snowden, procurado pelos Estados Unidos por revelar operações de espionagem de seu país.
Espanha diz que não há razão para se desculpar por incidente com Bolívia
Morales esteve parado por quase 14 horas em Viena porque, segundo denunciou, França, Itália e Portugal impediram que sua aeronave entrasse em seus espaços aéreos ou aterrissasse em seus territórios em seu retorno à Bolívia.
Em seu discurso de hoje em Madri, o presidente do PE também falou sobre Snowden e sua influência nas relações entre a União Europeia (UE) e os Estados Unidos.
Segundo Schulz, os serviços secretos "são necessários" para se ter uma "ordem pública forte e sólida, que signifique uma boa proteção para os cidadãos".
Avião de Morales impedido de decolar na Europa foi um "constrangimento a toda América Latina", diz Dilma
Caso Snowden abala "lua de mel" entre EUA e América Latina
"Agora, o que não sabia era que o escritório do Parlamento Europeu em Washington era um lugar onde se planejavam atentados terroristas", afirmou em referência à atitude americana. "Por isso me pergunto por que nos trataram como uma força hostil", com ações típicas da "Guerra Fria".
"Necessitamos que os EUA nos digam e nos justifiquem por que fizeram isso". Quanto a Snowden, disse Schulz, "ele está nos colocando em uma situação difícil: os americanos são nossos amigos e espero que continuem nos considerando como tais, assim como acreditamos que são amigos nossos".
"Mas temos que ser honestos. Eles querem que capturemos um homem que violou as regras, mas o fato é que com seus atos, Snowden nos revelou que os EUA também não seguiram as regras conosco", afirmou o presidente da Eurocâmara.

Tiroteio entre Exército e partidários de presidente deposto deixa mortos e feridos no Egito

 
Quatro pessoas morreram e várias ficaram feridas nesta sexta-feira (5), em um tiroteio entre o Exército e partidários do presidente deposto Mohammed Mursi no Cairo.
Os disparos ocorreram perto do prédio da Guarda Republicana, uma unidade militar encarregada de proteger a Presidência egípcia.
A Irmandade Muçulmana protesta contra o recente golpe militar, que depôs o presidente Mohammed Mursi e nomeou em seu lugar o chefe do Supremo Tribunal Constitucional, Adli Mansour.
A principal concentração acontece na praça Rabea al Adauiya, no Cairo, onde os islamitas protagonizaram nos últimos dias manifestações para defender a legitimidade de Mursi, que foi eleito democraticamente no ano passado.
O porta-voz da Irmandade, Ahmed Aref, insistiu ontem que as manifestações devem ser pacíficas e pediu às instituições do Estado garantias de segurança.
Presidente deposto traçou caminho sem volta, avalia ativista político egípcio
Desde que as Forças Armadas deram um golpe contra Mursi na quarta-feira (3), apoiadas por outras forças políticas e líderes religiosos, os partidários do islamita continuaram fazendo protestos, sendo que alguns terminaram em distúrbios.
O paradeiro do líder deposto continua desconhecido de forma oficial, mas a Irmandade Muçulmana afirma que ele está sob custódia militar e incomunicável.
O que acontece no mundo passa por aqui
Moda, esportes, política, TV: as notícias mais quentes do dia

Lunch with the FT: Meredith Whitney


Meredith Whitney
Meredith Whitney arrived early for lunch at the Wolseley and so, alas, I didn’t see Wall Street’s most notorious analyst making her entrance. I bet the other diners stared, though. They may not have known that this was the woman who predicted the US banking crisis but they couldn’t have failed to clock her fishnet-clad legs, one ending in a patent leather high-heeled shoe with a diamante buckle, the other in a blue-and-pink trainer.
When I get there, the portion of Whitney visible above the starched white tablecloth looks exactly as a woman known as the “dollar dominatrix” ought to. A long position in gold is festooned around her neck and clamped to her ears; her hair is big and blonde and her sweater black and expensive.
Yet the smile is warm and girly. Please like me, it begs. “This is so nice of you. I’m so excited about this!” she says in a voice so low that I can barely hear it above the din of the restaurant.
Whitney can afford to whisper: people go to great lengths to listen to what she has to say, even if they sometimes regret it afterwards. In 2007 she predicted that Citibank would cut its dividend – and it did. But then in 2010 she predicted that 50 to 100 municipal bonds would default – and they didn’t. Call #1 had Michael Lewis saying she was “the closest thing Wall Street has to an oracle”. Call #2 had Fox TV commentator Charlie Gasparino saying she “didn’t possess a single brain cell”.
Oracle or lobotomy victim, Whitney does her homework. She has been studying the data on Lunch with the FT, reading past examples, and has worked out the importance of getting the restaurant right. She explains her thinking behind the choice of one of London’s swankiest places to eat.

“I didn’t want to pick anywhere too grand.”
Pouring coffee from the silver jug she has already ordered, she tells me she’s in town for a couple of meetings; that London gets “a lot more high-end” every time she comes – and that she has hurt her foot.
“I ran yesterday and was trying to keep up with my girlfriend and completely ate dirt.” Completely did what? It’s not just the low volume that’s a problem: the 43-year-old Whitney talks as if she were back in her dorm at Brown.
“I was so klutzy,” she explains. “I tripped and now one foot looks like an American football.” She pokes a swollen ankle out from under the tablecloth and the waiter advancing to take our orders almost trips over it.
“What’s the biggest crowd-pleaser: the sole or the halibut?” she asks him, conscientiously collecting more data before she makes her menu call. He duly recommends halibut – the more expensive dish – so she orders that. I say I’ll have the fish of the day, trout.
. . .
It is odd how cross people are with Whitney about that municipal bond call she made two and a half years ago. Her initial bearish view was shared by such financial luminaries as Bill Gross and Nouriel Roubini; she only departed from them by being specific and saying defaults would run into hundreds of billions dollars within a year. When the defaults didn’t happen, she made everyone even crosser by declining to say sorry.
Now she has written a book justifying her position. In it she argues that the coastal states that were hardest hit by property collapse will suffer a mass exodus as people flee from regulation, debt and punitive taxation, moving to the “flyover” states in the middle where taxes are lower.
I protest that I’d rather endure any amount of tax and red tape in New York than live in South Dakota. Whitney stops smiling and leans across the table, big brown eyes narrowing.
“That’s interesting,” she snaps, “because Julian Robertson [the former hedge fund manager] certainly can afford to live in New York City but he chose to live outside. Ron Burkle [the private equity magnate] can afford to live in California but isn’t it interesting that he lives there fewer than half the days in the year?”
So is she herself quitting New York? Um, no. She’d love to move to Bermuda, where she owns a weekend house with John “Bradshaw” Layfield, the wrestler-turned-financial-adviser whom she met on live TV and subsequently married. But, unfortunately, her clients need her in NYC.
The waiter places a big chunk of white fish in front of her. “Oh, my goodness! That looks great!” she says, putting a speck of Béarnaise on a tiny flake of fish: “Hundreds of billions [of defaults] is still absolutely possible,” she goes on. “You hope it’s not – but Detroit is a matchstick away from going bankrupt.”
Meanwhile, any apparent improvement in California’s finances is an illusion. She rehearses again her central argument with an intensity that is slightly scary: taxpayers are getting fed up with footing the bill while bondholders get paid in full. Something’s got to give.
I want to know if she feels bad about the people who followed her and lost money. She shakes her head and insists it wasn’t like that. It was year-end, and there were technical factors behind the fall in bond prices.
Then, without warning, she changes the subject. “It feels good to me to be nice. It’s a return-on-investment deal. I get so much more out of the day when I’m nice to people. You get paid off in spades that way, it’s incredible.”
I’m slightly nonplussed by this. Is she suggesting I try the same return-on-investment deal myself? Or is she helping me out with my analysis of her? Whatever the reason, I say this niceness isn’t what one expects from someone famous for bearish calls.
“It was math, it wasn’t personal. Some people make all this stuff personal and it’s not.”
And yet the way people have gone for her has been very personal indeed. They’ve made death threats. They call out mockingly in the street.
“It’s nasty. If someone does that to me, I have the ability of never knowing their name again, I don’t care about them, and they’re still walking around in their shoes.”
As the waiter removes the halibut into which she’s made the feeblest of inroads, I put my theory to her that the market is as bad at valuing analysts as it is at valuing stocks. Whitney looks blank. So I say she has been a victim of this: the “oracle” and the “lobotomy” ratings are equally daft.
“I’m not a victim,” she replies. “I’m grateful that I’ve got name recognition – not since then has there been anyone with name recognition. Analysts are not really a sexy community.”
Indeed she tells me that they’re the dullest, geekiest people on Wall Street, either wonks or resembling a “high-price concierge”. Her first boss was so gauche “he was looking for the restroom and he walked into a closet and stayed there for 120 seconds.”
I’m rather enjoying listening to her traduce her entire industry, and briefly fancy that I’d like to be her friend. But then she reverts to self-promotion. “I’m known for the Citi call but I’m not a one-hit wonder at all. I was loaded for bear that entire time.”
Loaded for what?
“Meaning I didn’t miss a beat the entire financial crisis, and so it wasn’t one call, it was all of the calls. So, two weeks after the Citi call I wrote a piece describing how the rating agencies were so central to the capital needs of banks. It was pitch-perfect.”
That was in 2008 when she was still working for Oppenheimer, a minor Wall Street outfit, and Whitney was flying around the world, hired out by the hour to talk to clients. When I ask what her hourly rate was, she doesn’t blink: “A hundred thousand dollars.”
This time I’ve heard, but I get her to repeat it anyway: $100,000 an hour? Could anyone be worth such an insane amount?
“I was,” she says solemnly. “If I wasn’t, people wouldn’t pay it, right? The market’s fair that way.” What she thought less fair was that Oppenheimer pocketed most of the cash. “So I’m, like, if I’m so smart, how come I’m not making the money? In August I was on the cover of Fortune magazine. There was not so much as a firm-wide email, not so much as a pizza party ... ”
Were they jealous? “I don’t know. Jealousy’s not even on the radar screen for me. But it really hurt my feelings and I decided to throw everything in – as girly as that sounds ... ”
What she did wasn’t girly at all. In 2009 she set up Meredith Whitney Advisory Group and with a team of 10 puts out 500-page research documents, which clients pay for but which she suspects they don’t read. So now she’s decided to go further and start investing her own money and other people’s in “the whole investment super-cycle”. I ask whether it’s the idea of being even richer that motivates her.
“The thing for me is being right,” she says, brown eyes darkening to black, taking on that frightening look again. Has she ever been wrong? She thinks for a bit, and dredges up a few minor calls, all made some time ago.
The waiter comes for orders, and she declares herself full, but orders a plate of cheese anyway. I order a lemon tart. The conversation shifts to bankers, and I ask how well she gets on with them. “I got an email from Mike O’Neill at Citi, saying thanks so much for the kind words about how dull I am. Because I’d said dull was the new black.” Running banks these days is a boring job, she says, best done by boring people. Brian Moynihan at Bank of America is the sort of solid chap she rates, James Gorman at Morgan Stanley, not so much. “He’s a consultant,” she says crisply. “I think that’s all you need to say.”
When I ask why she thinks there are still so few women on Wall Street, her first response is that women are too smart for it. Then she says women aren’t interested in finance. But then she adds that men aren’t either. So why is she? The answer seems to be because it’s hard. “I got better grades in school with harder classes. If a class was supposed to be an easy A, I usually didn’t get an A. I would just get distracted.”
. . .
A few weeks before we meet, hedge fund boss Paul Tudor Jones caused a storm by saying that breastfeeding mothers couldn’t make decent investment decisions. I wonder if Whitney, who is childless, agrees. “I don’t know. He’s a really great guy, probably quoted out of context.” She pauses, and then goes on: “But I’ve thought about it more recently because my friend’s kids are so cute and so much fun. I wish I’d had kids. And if I had had them ... my priorities would definitely have been different.”
She produces this private regret as she produces everything, as simple fact. Her main sadness is that her husband would have made a great father. She pushes away her almost untouched cheese plate and says, “John is nearly a saint. If he was a cartoon character, he’d have two birds on his shoulders.”
But as it is, he isn’t a cartoon character. He’s several hundred pounds of muscle, with careers as wrestling comm­entator, philanthropist, author, financial adv­iser and entrepreneur. One business, Mamajuana Ene­rgy, launched in 2008 and financially backed by his wife, was a soft drink that claimed it would improve your sex life. Has it done well? “No,” she says, shutting the conversation down.
The waiter comes bearing another jug of coffee for her and mint tea for me. Whitney suddenly points to a nearby table: “Look at those skinny, beautiful girls drinking champagne!”
I think it’s odd that this successful professional woman is wistful at the sight of a couple of bimbos. I start to say that she’s not exactly ugly herself. I expect her to cringe, but she beams, “Oh, thank you!”
But then isn’t being gorgeous part of the job spec if you are a woman on Wall Street and want anyone to listen to what you have to say about interest rates – especially on TV?
“In finance, maybe. But not in business in general – I don’t want to get myself in trouble but those CEOs ... ” She rolls her eyes. “They’re proud of their St John knitwear.”
While I’m trying to unpack this reference to what I subsequently discover is a frumpy US clothing brand, she says, “You get the face you earn.”
Rubbish, I say. Whitney shakes her beautifully highlighted blonde hair at me and says, “You’ve one major choice in life; be happy or be unhappy – simple choice.”
This is too big a topic for the remains of lunch – it is the essence of the different world views of Americans and Brits. What is true, I say, is that you get the face you pay for.
Whitney then declares that she’s not a natural blonde and has had her frown lines done. I praise the smoothness of her forehead and in return she looks at me as if in search of something to admire.
“You’ve got a great neck!” she says.
Although I’m enjoying the turn the conversation has taken, I’m worrying about how it will look on the page: take a serious woman out to lunch and discuss knitwear and Botox. So I ask if she found being female tough on Wall Street.
Yup, she says. Good-looking women aren’t taken seriously. I point out that in her case this is nonsense. She has moved the market, so how much more seriously does she want to be taken?
The bill is brought, and Whitney offers to split it, just as if we had been two ladies who lunched. I tell her it’s against the rules, pay, and we get up to go. She shows me again her comically asymmetrical legs, and on a whim I ask to see her fingers. She extends her hand, her fingers adorned with gold rings and the nails painted baby blue. It’s just as I expected: the ring finger is longer than the index finger. I explain about the research showing that testosterone can be measured by the ratio between the two; her fingers suggest she has as much testosterone as a man.